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	<title>tutorial &#8211; Turbosite &#8211; Blog</title>
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	<title>tutorial &#8211; Turbosite &#8211; Blog</title>
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	<item>
		<title>9 Melhores Dicas Para Iniciantes em PHP</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/9-melhores-dicas-para-iniciantes-em-php/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 19:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como programar em php]]></category>
		<category><![CDATA[php]]></category>
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		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciar em uma nova linguagem de programação nem sempre é uma tarefa fácil, não é? Pois bem, vamos com este artigo tentar minimizar os problemas que você pode passar e facilitar mesmo que um pouco o seu caminho nesta linguagem que é apaixonante.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Veja 10 dicas para quem pretende iniciar na carreira de programador PHP</strong></h4>
<p>Iniciar em uma nova linguagem de programação nem sempre é uma tarefa fácil, não é? Pois bem, vamos com este artigo tentar minimizar os problemas que você pode passar e facilitar mesmo que um pouco o seu caminho nesta linguagem que é apaixonante.</p>
<p>Para quem não conhece, PHP é a linguagem de programação mais usada nos servidores de internet. Muitos projetos robustos foram feitos em PHP, a exemplo: Facebook, WordPress, Joomla, Magento entre outros.</p>
<p>Há quem diga que PHP é uma linguagem pobre, sem organização. Esta afirmação era válida antigamente. Atualmente PHP é tão organizado e quanto JAVA ou outras linguagens com orientação a objetos. Portanto, tal afirmação já não se justifica mais.</p>
<p>Mas vamos lá as dicas que pretendemos mostrar para você:</p>
<p><strong>1 &#8211; Aprenda lógica antes de qualquer outra coisa</strong></p>
<p>Você precisa entender como que as coisas funcionam. Aprender a programar sem saber lógica é impossível. A lógica de programação vai ampliar seu entendimento sobre como, por exemplo, os IFs funcionam. Como as estruturas de laços funcionam, entre outras coisas como operações matemáticas e etc. Depois que souber isto, aí estará apto a adentrar no mundo de PHP.</p>
<p><strong>2 &#8211; PHP trabalha na internet</strong></p>
<p>Diferente de programações desktop, PHP usa regras HTTP para pular de tela em tela. Regras como $_GET e $_POST. Leia sobre estas regras. Toda e qualquer mudança de tela, como este post que você lê agora, existe uma regra $_GET aplicada nele. O $_GET, é a indicação de onde e para onde vamos percorrer.</p>
<p><strong>3 &#8211; Ler sem parar</strong></p>
<p>Lembro de 2003-2004, quando foi meu primeiro contato com PHP. Eu lia muitos artigos, fazia muitos dos exemplos que encontrava. Este começo, foi essencial para minha caminhada como programador PHP.</p>
<p><strong>4 &#8211; Faça cursos da linguagem</strong></p>
<p>Eu fiz um curso na internet que foi como uma abertura de porta. Me mostrou muitas coisas que jamais imaginava. O tutor era bastante didático, e consegui aliar meu estudo por conta com o curso. Foi minha base de aprendizagem. Aqui no Oficina da Net temos o curso de PHP, ministrado por este que vos escreve =).</p>
<p><strong>5 &#8211; Procure por um estágio na área</strong></p>
<p>Depois de ter feito curso e estudado por conta própria. Chegou a hora de começar a trabalhar de fato na área. Foi uma excelente decisão. Os meus tutoriais que fazia, coisas pequenas que construía não eram suficientes para meu desenvolvimento pleno. Nunca tive desafios, até por que não havia uma obrigação. Você poderia muito bem estudar por conta, fazer cursos e então pensar em construir algo para sua empresa, como um site, como um sistema. Mas eu não tinha esta obrigação. Portanto, a procura pelo estágio me trouxe esta obrigatoriedade de aprender para aplicar nas tarefas que me eram impostas. Meus primeiros salários nem sequer eram importantes, com o tanto que estava aprendendo só de conviver com outros programadores. Pelos meus estudos e pelo curso, já entrei sem ser um &#8220;calouro&#8221;, sabia algumas coisas e pude me aplicar ainda mais no trabalho.</p>
<p><strong>6 &#8211; Tenha projetos pessoais</strong></p>
<p>Depois de começar a estagiar, me estalou uma ideia. Que tal criar um site meu, tanto para aprender ainda mais, como para disseminar informações, foi quando criei o Oficina da Net. E o que você poderia fazer? Crie um site para expor suas ideias, expor seu conhecimento ou para sua empresa, algo do gênero. Procure você por desafios.</p>
<p><strong>7 &#8211; Servidor online para publicar seu site</strong></p>
<p>Como PHP trabalha na internet, você vai precisar comprar um domínio para seu site. .com.br você compra no REGISTRO.BR. Além do domínio, você vai precisar de uma hospedagem de sites. Tem várias empresas que fornecem este serviço. Desde preços exorbitantes a preços camaradas. Aconselho a comprar primeiro uma hospedagem PHP que enquadre com suas necessidades. Indicamos hoje a Hospedagem PHP da InfoLink. Com data center no Brasil, seu site vai responder mais rápido.</p>
<p><strong>8 &#8211; Cuidados com segurança</strong></p>
<p>Atente-se para a segurança. Estude desde cedo este assunto. Você não imagina a quantidade de tentativas de invasão, quebras de senhas que acontecem diariamente aqui no Oficina da Net. Teste todas as opções que podem acontecer em uma tela, preenchimento de campos de forma errada precisam ser tratadas para evitar brechas. Sistemas de login com testes a cada tela. Evite deixar formulários de uploads livres de acesso, teste também os tipos de arquivos que podem subir em seu servidor. Contate o pessoal da hospedagem PHP para ver o que eles fazem para melhorar a segurança também.</p>
<p><strong>9 &#8211; Nunca pare de estudar</strong></p>
<p>Bati nesta tecla por muitas vezes aqui no post. Mas é a mais pura verdade. PHP vem se atualizando durante toda a sua existência. Coisas novas surgem, coisas antigas e mal feitas saem, otimizações, segurança, tudo muda. Sua capacidade de aprendizagem e acompanhamento das novidades precisa ser constante. Não tenha medo de atualizar as coisas. Tenha medo de estagnar, aí que mora o perigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.business2community.com/email-marketing/email-marketing-pros-cons-01818964" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mude o tema do Chrome Developer Tools</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/mude-o-tema-do-chrome-developer-tools/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 14:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Como desenvolvedor web, sempre utilizo o Chrome Developer Tools para auxilio em meus projetos. Com este post ensinaremos a aplicar temas nessa ferramenta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como desenvolvedor web, sempre utilizamos ferramentas que auxiliam em nossos projetos. Entre elas, a que mais se destaca é o <strong>Chrome Developer Tools</strong>.</p>
<p>Apenas apertando a tecla F12, conseguimos ter acesso ao c<em>onsole</em> da página, registro de erros, código fonte, mudar completamente o estilo da página, tempo e banda do carregamento de cada elemento, entre várias outras funções. O Developer Tools<strong> </strong>é uma ótima ferramenta, indispensável para qualquer projeto web.</p>
<p>Encontramos um artigo no blog <a title="howchoo" href="http://howchoo.com/g/tell-chrome-developer-tools-to-use-a-dark-theme">howchoo</a> que ensina a aplicar o tema Dark em nossa ferramenta, ideal para quem quer deixar o c<em>onsole</em> com sua cara. Os passos a seguir ensina aplicar o tema<a title="Zero Dark Matrix" href="https://chrome.google.com/webstore/detail/devtools-theme-zero-dark/bomhdjeadceaggdgfoefmpeafkjhegbo"> Zero Dark Matrix</a>.</p>
<p>Para novos aventureiros, <span style="text-decoration: underline;">siga estritamente esses passos</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Passo 1: ativar a opção Developer Tools Experiments</h2>
<p>Pela barra de endereço, acesse <a href="chrome://flags" target="_blank">chrome://flags</a>. Role a página um pouco para baixo e procure pela opção &#8220;Ativar experiências das Ferramentas do desenvolvedor&#8221;. Ative-a e reinicie seu navegador (feche e abra novamente).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3686 size-large" src="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo1-1024x201.png" alt="passo1" width="680" height="133" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Passo 2: ativar UI Themes personalizados.</h2>
<p>Aperte F12 para abrir seu Developer Tools. Click no ícone Settings (um ícone de engrenagem, na parte de cima na direita), selecione &#8220;Experiments&#8221; e marque a opção &#8220;Allow custom UI themes&#8221;. Feche a ferramenta em seguida.</p>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-3688 aligncenter" src="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo2-1024x219.png" alt="passo2" width="680" height="145" srcset="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo2-1024x219.png 1024w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo2-300x64.png 300w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo2-768x165.png 768w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo2-1536x329.png 1536w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo2.png 1680w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Passo 3: baixe um tema</h2>
<p>Nesse tutorial usaremo o tema <b>DevTools Theme: Zero Dark Matrix</b>. Click <a class="guide-link" href="https://chrome.google.com/webstore/detail/devtools-theme-zero-dark/bomhdjeadceaggdgfoefmpeafkjhegbo" target="_blank">aqui</a> para baixar-lo pela Chrome Web Store. O tema será baixado como uma extensão do navegador. Baixe o tema e ative-o.</p>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-3689 aligncenter" src="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo3-1024x706.png" alt="passo3" width="680" height="468" srcset="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo3-1024x706.png 1024w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo3-300x207.png 300w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo3-768x530.png 768w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo3.png 1157w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Passo 4: abra seu Developer Tools</h2>
<p>Pronto! Você acaba de aplicar uma tema &#8220;Dark&#8221; ao seu Developer Tools.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3690 aligncenter" src="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/passo4-1024x209.png" alt="passo4" width="680" height="138" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem diversos temas para serem aplicados, recomendamos também os temas <a href="https://chrome.google.com/webstore/detail/greybeard-devtools-theme/cckelcjlkjehoepkfcpgdpjfagodhimd" target="_blank">greybeard</a> e <a href="https://chrome.google.com/webstore/detail/devtools-theme-flatland/ghngaepikegoilihhbhdipfbfifhkeeo" target="_blank">Flatland</a>. Se você achou mais algum tema interessante, compartilhe-o com seu comentário abaixo.</p>
<p>&nbsp; </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>19 truques e dicas para jQuery</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/19-truques-e-dicas-para-jquery/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2014 12:11:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Javascript]]></category>
		<category><![CDATA[jQuery]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=3636</guid>

					<description><![CDATA[A equipe da Turbosite está sempre atenta à dicas e truques para melhorar a eficiência de suas ferramentas. Compartilhamos aqui algumas dicas para melhor a eficiência e desempenho de seu código jQuery.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A equipe da <a title="Turbosite" href="https://www.turbosite.com.br/" target="_blank">Turbosite</a> está sempre atenta à dicas e truques para melhorar a eficiência de suas ferramentas. Compartilhamos aqui algumas dicas retiradas do blog <a title="" href="http://www.dirceupauka.com/">developer.*.com</a>, com algumas modificações e conteúdo nosso. Esperamos que lhe seja de grande utilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip1">1 &#8211; Carregue o conteúdo pelo Google Code</h3>
<p>Se você utiliza sempre o jQuery em seus sites, uma excelente maneira de acelerar o carregamento é usar o arquivo jquery-1.11.1.pack.js <a href="http://code.google.com/apis/ajaxlibs/documentation/index.html">diretamente do Google Code</a>. Além de diminuir o gasto com banda, o navegador do usuário faz cache do arquivo entre os vários sites que usam essa técnica o que dará uma experiencia de navegação melhor para o visitante.</p>
<pre class="lang:js decode:true">&lt;script src="http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.11.1/jquery.min.js" 
     type="text/javascript"&gt;&lt;/script&gt;</pre>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip2">2 &#8211; Combine e minimize todos seus scripts</h3>
<p>Sempre use compressor em seu código. Isso tornará o conteúdo de seu site mais rápido para carretamento, além de facilitar a leitura de seu site pelo navegador. Como exemplo, o <a href="http://developer.yahoo.com/yui/compressor/">YUI Compressor</a> do Yahoo! Só não esqueça de manter o código original, para quando precisar de dar manutenção nele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip4">3 &#8211; Use o log do Firebug.</h3>
<p>Use a função <a href="http://getfirebug.com/console.html">console.log(Object)</a> do Firebug para escrever mensagens no console, muito melhor que alert(&#8220;&#8221;). O Firebug facilita acesso as propriedades dos objetos. Como elementos DOM são sempre objetos, estamos tratando deles o tempo todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip5">4 &#8211; Use menos funções de seleção, faça cache.</h3>
<p>Funções de manipulações do DOM são muito caras para o processamento. Tente usa-las o mínimo possível</p>
<pre class="lang:php decode:true">for (i = 0; i &lt; 1000; i++) {
     var minhaLista = $('.minhaLista'); // seleciona 1000 vezes
     minhaLista.append('&lt;li&gt;Esse é o elemento ' + i + '&lt;li&gt;');
}</pre>
<p>Funções como .append(), .prepend(), .after(), .before() são relativamente custosas e podem deixar as coisas lentas.</p>
<pre class="lang:php decode:true">var meusItens = '';
for (i = 0; i &lt; 1000; i++) {
     meusItens += '&lt;li&gt;Esse é o elemento ' + i + '&lt;/li&gt;';
}
$('.minhaLista').html(meusItems);</pre>
<p>Escrever no DOM somente uma vez é um pouco mais rápido. Já que aqui estamos mesmo lutando por optimizações (lembrem-se dos mobiles), vale né?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip7">5 &#8211; Use IDs em vez de classes sempre que possível</h3>
<p>A função de busca por com <a href="http://www.w3.org/TR/css3-selectors/">CSS3 Selector</a> é muito legal de se usar, mas o jQuery implementa ela em JavaScript, e usando <em>o máximo</em> que a API do DOM deixa. Isso as vezes não é o ideal para performance, acredite. Uma busca por ID no DOM quase sempre é mais eficiente que a busca por classe, prefira sempre usar ID.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip9">6 &#8211; Dê um contexto para seus seletores</h3>
<p>As seguintes formas de uso são mais rápidas do que buscar um elemento no documento inteiro.</p>
<div id="gist38511" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">jQuery( expression, contexto );
$('contexto').find('expression');
$('contexto expression');</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip10">7 &#8211; Use encadeamento de funções</h3>
<p>Uma das características mais legais do jQuery é a possibilidade de encadear métodos. Usar encadeamento também ajuda a diminuir a quantidade de seletores.</p>
<pre class="lang:php decode:true">$('#meuPainel')
     .find('TABLE .primeiraColuna')
     .removeClass('.primeiraColuna')
     .css('background', 'red')
     .append('&lt;span&gt;Essa celula agora é vermelha&lt;/span&gt;');</pre>
<p>&nbsp;</p>
<h3></h3>
<h3 id="tip11">8 &#8211; Saiba como usar a propriedade de animação</h3>
<p>Todos adoram as animações pré-definidas como slideDown() e fadeIn() para conseguir alguns efeitos com incrível facilidade. Nos meados do lançamento do jQuery, pela facilidade e simplicidade, as animações em web pages virou uma febre desencadeada.</p>
<p>É também fácil ir ainda além por causa da facilidade que é usar o poderoso método animate(). Se você olhar os metodos slideDown() e fadeIn() dentro do framework verá que são apenas atalhos para o metodo animate(). Esse método simplesmente pega qualquer estilo de CSS e aplica transições de um valor a outro. Então as mudanças nas propriedades width, height, opacity, background-color, top, left, margin, color, font-size e qualquer outra que você quiser podem ter animações!</p>
<p>É muito fácil animar todos itens do seu menu para 100 pixels usando isso.</p>
<pre class="lang:php decode:true ">$('#myList li').mouseover(function() {
     $(this).animate({"height": 100}, "slow");
});</pre>
<p>Diferentemente de outras funções do jQuery, as animações são colocadas em fila de execução automaticamente. Se você quiser rodar uma segunda animação somente quando a primeira terminar, então é só chamar o método novamente sem precisar usar um callback.</p>
<div id="gist38558" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">$('#myBox').mouseover(function() {
     $(this).animate({ "width": 200 }, "slow");
     $(this).animate({"height": 200}, "slow");
});</pre>
<p>Porém, se você você desejar que as animações ocorram no mesmo tempo, então insira ambas na mesma chamada assim:</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="gist38559" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">$('#myBox').mouseover(function() {
     $(this).animate({ "width": 200, "height": 200 }, "slow");
});</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip12">9 &#8211; Conheça sobre delegação de eventos</h3>
<p>O jQuery torna fácil adicionar eventos em elementos do DOM de forma inobstrusiva, o que é muito bom, mas adicionar muitos eventos é ineficiente. A delegação de eventos permite que você adicione em muitas situações menos eventos e atinja o mesmo resultado:</p>
<pre class="lang:php decode:true ">$('#minhaTabela TD').click(function(){
     $(this).css('background', 'red');
});</pre>
<p>Vamos fazer uma função simples para tornar uma celula da tabela vermelha quando você clicar nela. Digamos que você tenha uma tabela com 10 colunas e 50 linhas, então são 500 delegações de eventos. Não seria melhor se fosse possivel agregar o evento somente uma vez e então quando a tabela fosse clicada, chegar ao elemento que realmente foi clicado antes desse se tornar vermelho?</p>
<p>Para isso é que serve a delegação de eventos e isso é simples de implementar.</p>
<div id="gist38574" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true">$('#minhaTabela').click(function(e) {
     var clicado = $(e.target);
     clicado.css('background', 'red');
});</pre>
<p>Muito útil, para por exemplo, manipular eventos de touch.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip14">10 &#8211; Use o método data() do jQuery para armazenar estados</h3>
<p>O jQuery possui um metodo interno chamado data() que pode ser usado para armazenar informações de chave/valor sobre qualquer elemento DOM.</p>
<div id="gist38796" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">$('#minhaDiv').data('estadoAtual', 'desligado');</pre>
<p>Armazenar estados é mais útil e prático para quando, por exemplo, você queira verificar se um input esteja com alguma atributo que o valide no formulário.Para mais informações sobre os metodos data() e removeData() <a href="http://docs.jquery.com/Internals">veja a documentação</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip15">11 &#8211; Escreva seu próprio seletor</h3>
<p>O jQuery possui vários seletores prontos para ajudar na seleção de elementos pelo ID, class, tag, atributo e muito mais. Mas o que fazemos quando é preciso usar seletores que vão além do que o jQuery deixa?</p>
<p>Bom, uma possivel solução seria adicionar classes nos elementos e usa-las para seleciona-los. Uma outra maneira é extender os seletores assim:</p>
<div id="gist38805" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">$.extend($.expr[':'], {
          mais100px: function(a) {
          return $(a).height() &gt; 100;
     }
});
 
$('.box:mais100px').click(function() {
     alert('O elemento que você clicou possui mais de 100 pixels de altura');  
});</pre>
<p>Primeiro criamos um seletor que acha qualquer elemento que é maior que 100 pixels. Depois usamos isso para adicionar uma ação de clique &#8211; click &#8211; em todos esses elementos.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Mais exemplos dessa funcionalidade <a href="http://www.ericmmartin.com/creating-a-custom-jquery-selector/">você pode</a> <a href="http://debuggable.com/posts/getting-serious-with-jquery-adding-custom-css-selectors:480f4dd6-e834-4cf6-a5cc-478ccbdd56cb">pegar aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip16">12 &#8211; Use as funções de auxilio do jQuery</h3>
<p>O jQuery já quebra um galho ao facilitar a manipulação de elementos DOM, mas também adiciona metodos uteis para iterar, filtrar, clonar, juntar arrays ou remover elementos duplicados. Vale a pena passar um tempinho na <a href="http://docs.jquery.com/Utilities">página que explica essas utilizades</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="tip17">13 &#8211; Use a função &#8220;noconflict&#8221; para evitar conflitos com outros frameworks</h3>
<p>A maioria dos frameworks para JavaScript usam o simbolo $ como atalho. Para evitar problemas existe uma solução simples, a função .noconflict() que permite definir outro atalho para o framework:</p>
<div id="gist39517" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">var $j = jQuery.noConflict();
$j('#minhaDiv').hide();</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip19">14 &#8211; Saiba quando uma imagem terminar de carregar</h3>
<p>Use o método .load() em um elemento de imagem (IMG) com um callback.</p>
<div id="gist43276" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">$('body').append('&lt;img src="" alt="" id="minhaImagem" /&gt;');
$('#minhaImagem').attr('src', 'imagem.jpg').load(function() {
     console.log('Image Loaded. W: '+$(this).width()+' H: '+$(this).height());
});</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip20">15 &#8211; Como saber se um elemento existe?</h3>
<p>Você não precisa checar se um elemento existe antes de manipular ele por que o jQuery simplesmente não faz nada caso o elemento não estiver no DOM. Mas as vezes você pode precisar executar algum pedaço de código que depende da existência de um elemento, para isso use:</p>
<div id="gist43277" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">if ($('#minhaDiv')[0]) {  
     // bloco de código
}</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip22">16 &#8211; Return &#8216;false&#8217; para evitar a continuação de um evento</h3>
<p>Quando você adiciona algum afeito em um elemento, vai perceber que o bloco de código vai ser executado, porem o navegador irá para o endereço do link. Você pode usar &#8220;href=&#8217;#'&#8221; para evitar isso, mas assim a página irá voltar para o topo quando a ação de click for executada. Para evitar isso, adicione um &#8220;return false;&#8221; ao fim do bloco de código:</p>
<div id="gist43281" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true">$('popup').click(function(){  
     // bloco de código
     return false;
});</pre>
</div>
<div class="file-data"></div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip24">17 &#8211; Atalho para a função &#8220;ready&#8221;</h3>
<p>Você já deve estar acostumado a usar a função <em>ready() </em>para executar o código assim que a página tiver sido carregada. Pois saiba que pode economizar um pouco de código simplesmente usando:</p>
<div id="gist43283" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">$(function (){  
     // código
});</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip25">18 &#8211; Identifique váriaveis do tipo jQuery</h3>
<p>Se você começar usar as dicas para evitar chamadas desnecessarias as funções do jQuery vai perceber que no seu código o número de variaveis carregando objetos jQuery irá aumentar bastante. Para evitar que você se confunda e chame a função de seleção &#8211; $() &#8211; em um elemento que já é jQuery, identifique variaveis que carregam objetos do jQuery com um $ antes do nome.</p>
<div id="gist45739" class="gist">
<div class="gist-file">
<div class="gist-data gist-syntax">
<div class="file-data">
<pre class="lang:php decode:true ">var $elemento = $(elemento);</pre>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 id="tip20">19 &#8211; Sempre use a última versão</h3>
<p>O framework está sendo constantemente melhorado por <a href="http://ejohn.org/">John Resig</a>, seu criador. Sempre que uma versão nova sai ela possui melhoras na performance e se mantem atualizada com o que existe de novo nos navegadores.</p>
<p>Então, utilize sempre a última versão. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 14</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-14/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 15:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=2001</guid>

					<description><![CDATA[Dicas finais
Parabéns, você chegou na última parte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dicas finais</p>
<p>Parabéns, você chegou na última parte.</p>
<p>Então, agora eu já sei tudo?</p>
<p>Você aprendeu um bocado de coisas e já está em condições de construir seu website. No entanto o que você aprendeu é o básico e ainda há muita coisa a ser aperfeiçoada. Podemos dizer que você construiu uma base sólida para continuar e se aprofundar no assunto.</p>
<p>Nesta última lição, daremos umas dicas finais:</p>
<ul>
<li>Para começar, aconselhamos a escrever seus documentos HTML de forma ordenada e estruturada. Assim fazendo você estará não só mostrando aos outros que possui uma base sólida de conhecimento mas também estará facilitando a leitura, interpretação e manutenção do código.</li>
<li>Siga as normas e valide seu código. Mas, não faça disto uma fonte de stress. Escreva um XHTML claro, use o DTD e valide suas páginas no validator.w3c.org.</li>
<li>Coloque conteúdos nas suas páginas. Lembre-se que HTML é apenas a ferramenta que possibilita apresentar informação na Internet, assim é necessário que haja a informação a ser apresentada ou seja, o conteúdo. </li>
<li>Páginas lindas e bem desenhadas são ótimas, mas as pessoas buscam informação na Internet.</li>
<li>Evite encher suas páginas com imagens pesadas e outros &#8220;balangandans&#8221; que você encontra na Internet. Isto faz com suas páginas demorem a carregar e é frustante para o usuário. Páginas que demoram mais de 20 segundos para carregar podem perder até 50% dos seus visitantes. </li>
<li>Lembre-se de cadastrar seu site nos sites de busca, de modo a que outras pessoas, além da sua família, possam encontrá-las e visitá-las. Na página de entrada dos sites para cadastro em mecanismos de busca você encontrará um link para adicionar seu site (O mais importante é o Google mas, existem outros tais como, DMOZ, Yahoo, AltaVista, AlltheWeb e Lycos).</li>
<li>Neste tutorial você aprendeu a usar o Notepad, que é um simples e fácil editor de textos, contudo talvez você agora possa pensar em usar um editor mais sofisticado com mais possibilidades e ferramentas. Você encontra uma listagem e sumário de diferentes editores em Download.com.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 13</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-13/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 15:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1996</guid>

					<description><![CDATA[Web standards e validação
Nesta parte você aprenderá mais alguns conceitos teóricos do HTML.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Web standards e validação</p>
<p>Nesta parte você aprenderá mais alguns conceitos teóricos do HTML.</p>
<p>O que mais há para conhecer sobre HTML?</p>
<p>HTML pode ser escrito de várias maneiras. O navegador está apto a ler HTML escrito de várias maneiras. Podemos dizer que HTML tem muitos dialetos. Esta é a razão porquê alguns websites são apresentados de formas diversas em diferentes navegadores.</p>
<p>Desde o aparecimento da Internet tem sido feitas várias tentativas para se normatizar o HTML notadamente através do World Wide Web Consortium (W3C) fundado por Tim Berners-Lee (yep! o grande sujeito que inventou o HTML). Mas, este tem sido um árduo e longo caminho.</p>
<p>No passado &#8211; quando você tinha que comprar um navegador &#8211; Netscape dominava o mercado de navegadores. Àquela época as normas para o HTML estavam nas suas versões 2.0 e 3.2. Mas pelo fato de dominar 90% do mercado a Netscape não teria &#8211; e não teve &#8211; que se preocupar muito com normas. Pelo contrário, a Netscape inventava seus próprios elementos de marcação que não funcionavam em outros navegadores.</p>
<p>Por muitos anos a Microsoft ignorou completamente a Internet. Em determinado momento, resolveu competir com a Netscape e lançou seu navegador próprio. A primeira versão do navegador da Microsoft&#8217;s, o Internet Explorer, não era melhor do que o Netscape no suporte às normas do HTML. Mas, a Microsoft resolveu distribuir seu navegador gratuitamente (isto sempre agrada a todos) e o Internet Explorer em pouco tempo tornou-se o navegador mais usado e mais popular.</p>
<p>A partir das versões 4 e 5 a Microsoft anunciava que seus navegadores ofereciam cada vez maior suporte às normas HTML do W3C. A Netscape não se movimentou para atualizar seu navegador e continuou a colocar no mercado a velha e desatualizada versão 4.</p>
<p>O que vem a seguir é história. Nos dias atuais as normas HTML estão na sua versão 4.01 e no XHTML. Hoje em dia é o Internet Explorer que detém quase 90% do mercado. O Internet Explorer ainda tem seus elementos próprios, mas oferece suporte para as normas HTML do W3C. Os navegadores Mozilla, Opera e Netscape também suportam as normas.</p>
<p>Então, quando você codifica HTML de acordo com as normas do W3C, você está construindo um website para ser visualizado em todos os navegadores &#8211; não só agora mas também no futuro. E felizmente, tudo o que você aprendeu neste tutorial está de acordo com a mais nova versão do HTML, que é o XHTML.</p>
<p>Legal! Posso anunciar?</p>
<p>Devido a existência de diferentes tipos de HTML, você precisa informar ao navegador qual é o &#8220;dialeto&#8221; do HTML e no seu caso você aprendeu XHTML. Para informar ao navegador, você usa o Document Type Definition. O Document Type Definition deve ser escrito sempre no topo do documento:</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
<strong>&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" 
	"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd"&gt;
 
&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" lang="pt-br"&gt;</strong>
 
&lt;head&gt;
&lt;title&gt;Título&lt;/title&gt;
&lt;/head&gt;
 
&lt;body&gt;
&lt;p&gt;texto texto&lt;/p&gt;
&lt;/body&gt;
 
&lt;/html&gt;
</code>
  </pre>
<p>Além do Document Type Definition (escrito na primeira linha no exemplo acima), que informa ao navegador que você está codificando XHTML, você precisa ainda adicionar informação extra na tag html, usando os atributos xmlns e lang.</p>
<p>xmlns é abreviação de &#8220;XML-Name-Space&#8221; e deve ter sempre o valor http://www.w3.org/1999/xhtml. Isto é tudo o que você precisa saber. Se você tem o hábito ou gosta de se aprofundar e conhecer coisas complicadas poderá ler mais sobre namespaces no site do W3C.</p>
<p>No atributo lang você específica em que língua (aqui trata-se de linguagem humana) o documento é escrito. As abreviaturas para as línguas existentes no mundo todo, estão nas ISO 639 standard . No exemplo acima a língua definida no atributo é o português do Brasil (&#8220;pt-br&#8221;).</p>
<p>Uma DTD informará ao navegador como deve ser lido e renderizado o HTML. Use o exemplo mostrado, como um template para todos os seus futuros documentos HTML.</p>
<p>O DTD é importaante ainda, para a validação da página.</p>
<p>Validação? Porquê deveria eu fazer isto?</p>
<p>Insira o DTD nas suas páginas e poderá verificar erros no seu HTML, usando o validador gratuito do W3C.</p>
<p>Para testar o validador faça o seguinte: crie uma página e publique na Internet. A seguir entre em validator.w3.org e lá digite o endereço (a URL) da sua página, depois clique no botão validar. Se seu HTML estiver correto, vai aparecer uma mensagem de congratulações. Se não, será apresentada uma lista de erros, informando o quê está errado e onde. Cometa alguns erros propositais no seu código para verificar o que acontece.</p>
<p>O validador não é útil somente no encontro de erros. Alguns navegadores tentam interpretar os erros cometidos pelos desenvolvedores e consertar o código mostrando a página corretamente. Em navegadores assim você nunca encontrará erros no próprio navegador. Já outros navegadores não aceitam o erro e apresentam a página arruinada ou mesmo nem apresentam. O validador então ajuda você a encontrar erros que você não tenha nem idéia de que existiam</p>
<p>Sempre valide suas páginas, para ter certeza que elas serão mostradas corretamente em todos os navegadores. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 12</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-12/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1986</guid>

					<description><![CDATA[Uploading páginas
Até agora somente você conseguiu visualizar suas páginas. Chegou a hora de mostrá-las para o mundo todo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uploading páginas</p>
<p>Até agora somente você conseguiu visualizar suas páginas. Chegou a hora de mostrá-las para o mundo todo.</p>
<p>O mundo está preparado para ver suas páginas?</p>
<p>O mundo está preparado sim &#8211; você, em breve, estará também. Para publicar seu trabalho na Internet, você precisa somente de espaço em um servidor e um programa FTP.</p>
<p>Se você costuma acessar a Internet já deve ter visto que existem vários serviços de hospedagem de sites. Seu endereço no servidor será alguma coisa parecida com http://home.servidor.com/nomedousuario. Você tem que ativar o serviço. Informe-se como fazer isto na documentação fornecida pelo serviço de hospedagem.</p>
<p>Para acessar o servidor você precisa conhecer o &#8220;Nome do seu servidor&#8221; (Por exemplo, ftp.seudominio.com.br) e ter um nome de usuário e senha.</p>
<p>Isto é tudo que eu preciso?</p>
<p>Para acessar o servidor e publicar as páginas você precisa de um programa FTP. Você não deve ter um programa destes ainda, mas existem vários deles na Internet para download e são gratuitos.</p>
<p>Existem muitos programas FTP. Um dos melhores é o FileZilla, e é gratuito . Você pode obter o FileZilla em filezilla.sourceforge.net.</p>
<p>Como eu faço o upload das páginas?</p>
<p>Abaixo fornecemos um exemplo de como fazer isto usando o serviço de hospedagem desejado e o programa CuteFTP. Este procedimento é mais ou menos igual para qualquer programa FTP.</p>
<p>Quando você abrir o CuteFTP você verá exatamente está tela:</p>
<p>Clique em FILE -&gt; FTP Site ou se você tem afinidade com atalhos basta pressionar CTRL + N.</p>
<p>Então esta janela se abrirá:</p>
<p>Preencha com os dados corretos e na aba TYPE e configure como na imagem abaixo:</p>
<p>Depois clique na aba ACTIONS e defina onde está a pasta padrão localizada em seu computador para abrir juntamente com o FTP:</p>
<p>Pronto! Você está apito a conectar e utilizar seu FTP e hospedar suas páginas!</p>
<p>Para você que está começando agora na WEB venha para o TURBOSITE e descubra as vantagens de ser nosso cliente!</p>
<p style="font-size: 30px;"><a href="https://www.turbosite.com.br">www.turbosite.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 11</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1980</guid>

					<description><![CDATA[Layout (CSS)
Não seria ótimo se você pudesse dar à sua página o layout que ela merece?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Layout (CSS)</p>
<p>Não seria ótimo se você pudesse dar à sua página o layout que ela merece?</p>
<p>Claro! mas como faço isto?</p>
<p>Para o layout da sua página use Cascading Style Sheets (CSS) &#8211; Folhas de Estilo em Cascata. Nesta lição você terá uma breve introdução às CSS. Depois você poderá aprender CSS desde o início no nosso tutorial CSS. Assim, considere esta parte apenas um aperitivo.</p>
<p>CSS é a melhor metade do HTML. Codificando, não há melhor parceria: HTML é responsável pelo trabalho pesado (a estrutura), enquanto CSS dá o toque de elegância (layout).</p>
<p>Como mostrado anteriormente, CSS pode ser adicionado com uso do atributo style. Por exemplo, você pode definir o tipo e o tamanho da fonte em um parágrafo:</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;p <strong>style="font-size:20px;"</strong>&gt;Este parágrafo em tamanho de fonte igual a 20px&lt;/p&gt;
&lt;p <strong>style="font-family:courier;"</strong>&gt;Este parágrafo em fonte Courier&lt;/p&gt;
&lt;p <strong>style="font-size:20px; font-family:courier"</strong>&gt;Este parágrafo em fonte Courier e tamanho 20px&lt;/p&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<p style="font-size: 20px;">Este parágrafo em tamanho de fonte igual a 20px</p>
<p style="font-family: courier;">Este parágrafo em fonte Courier</p>
<p style="font-size: 20px; font-family: courier;">Este parágrafo em fonte Courier e tamanho 20px</p>
<p>No exemplo acima usamos o atributo style para definir o tipo de fonte usado (com a propriedade font-family) e o tamanho da fonte (com a propriedade font-size). Notar que no último parágrafo do exemplo definimos tanto o tipo como o tamanho da fonte separados por um ponto e vírgula.</p>
<p>Está parecendo que há uma grande quantidade de trabalho a executar</p>
<p>Uma das funcionalidades mais inteligentes das CSS é a possibilidade de controlar o layout de um arquivo central. Em lugar de se usar o atributo style em cada tag, você pode dizer ao navegador como deve ser o layout de todos os textos em uma página:</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;html&gt;
 
  &lt;head&gt;
  &lt;title&gt;Minha primeira página CSS&lt;/title&gt;	
 
  <strong>&lt;style type="text/css"&gt;
	  h1 {font-size: 30px; font-family: arial}
	  h2 {font-size: 15px; font-family: courier}
	  p {font-size: 8px; font-family: times new roman}
  &lt;/style&gt;</strong>
 
  &lt;/head&gt;
 
  &lt;body&gt;
  &lt;h1&gt;Minha primeira página CSS&lt;/h1&gt;
  &lt;h2&gt;Bem vindo à minha primeira página CSS&lt;/h2&gt;
  &lt;p&gt;Aqui você verá como funciona CSS&lt;/p&gt;
  &lt;/body&gt;
 
&lt;/html&gt;
</code></pre>
<p>No exemplo acima inserimos as CSS na seção head do documento, assim ela se aplica à página inteira . Para fazer isto use a tag &lt;style type=&#8221;text/css&#8221;&gt; que informa ao navegador que você está digitando CSS.</p>
<p>No exemplo, todos os cabeçalhos da página serão em fonte Arial e tamanho 30px. Todos os subtítulos serão em fonte Courier tamanho 15. E, todos os textos dos parágrafos serão em fonte Times New Roman tamanho 8.</p>
<p>Uma outra opção é a de digitar as CSS em um documento separado. Com as CSS em um documento separado você pode gerenciar o layout de muitas páginas ao mesmo tempo. Muito inteligente, pois você pode mudar de uma só vez, o tipo ou o tamanho da fonte de todo o site, quer ele tenha centenas ou milhares de páginas. Nós não nos aprofundaremos em CSS agora, mas você pode aprender tudo, no futuro, em nosso tutorial CSS.</p>
<p>O que mais posso fazer com CSS?</p>
<p>CSS faz muito mais do que definir tipos e tamanhos de fontes. Por exemplo, você pode adicionar cores e fundos. A seguir alguns exemplos para você praticar:</p>
<pre><code>
&lt;p <strong>style="color:green;"</strong>&gt;Texto verde&lt;/p&gt;
 
&lt;h1 <strong>style="background-color: blue;"</strong>&gt;Cabeçalho com fundo azul&lt;/h1&gt;
 
&lt;body <strong>style="background-image: url('http://www.html.net/logo.png');"</strong>&gt;
</code>
  </pre>
<p>CSS não é nada mais do que cores e tipos de fontes?</p>
<p>Além de cores, tipos de fontes, etc., CSS pode ser usado para controlar a configuração e a apresentação da página (margens, flutuações, alinhamentos, larguras, alturas, etc.) Controlando os diferentes elementos com CSS você será capaz de criar layouts elegantes e precisos.</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;p <strong>style="padding:25px;border:1px solid red;"</strong>&gt;Eu amo CSS&lt;/p&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<p style="border: 1px solid red; padding: 25px;">Eu amo  CSS</p>
<p>Com a propriedade float um elemento poderá &#8220;flutuar&#8221; à esquerda ou à direita. O exemplo seguinte ilustra este princípio:</p>
<p>Exemplo 4:</p>
<pre><code>
&lt;img src="bill.jpg" alt="Bill Gates" <strong>style= "float:left;"</strong> /&gt;
 
&lt;p&gt;Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, 
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</code>
  </pre>
<pre><code>
&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/turbosite_logo.png" alt="TURBOSITE" <strong>style= "float:left;"</strong> /&gt;
 
&lt;p&gt;Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, 
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	lobortis nisl ut aliquip ex ea commodo consequat...&lt;/p&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat. Ut wisi enim ad minim veniam, quis nostrud exerci tation ullamcorper suscipit lobortis nisl ut aliquip ex ea commodo consequat&#8230;</p>
<p>No exemplo mostrado, um elemento (a imagem) flutua à esquerda e o outro elemento (o texto) preenche o espaço deixado à direita.</p>
<p>Com a propriedade position, você pode posicionar um elemento em qualquer lugar da página, com precisão:</p>
<p>Exemplo 5:</p>
<pre>&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/turbosite_logo.png" alt="TURBOSITE" <strong>style="position:absolute;bottom:50px;right:10px;"</strong> /&gt;
  </pre>
<p>No exemplo mostrado a imagem foi posicionada a 50 pixels da borda inferior e a 10 pixels da borda direita do navegador. Você pode colocar em qualquer lugar na página. Tente você mesmo. Fácil e legal, eh?</p>
<p>Legal sim. Mas, fácil?</p>
<p>Você não aprende CSS em 10 minutos. E como foi dito acima, nesta parte você teve apenas uma breve introdução às CSS.  </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 10</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1977</guid>

					<description><![CDATA[Mais tabelas
O título "Mais tabelas" pode sugerir uma lição enfadonha. Mas, veja as coisas pelo lado positivo, depois que você se tornar um mestre em tabelas nada mais do HTML poderá desafiá-lo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais tabelas</p>
<p>O título &#8220;Mais tabelas&#8221; pode sugerir uma lição enfadonha. Mas, veja as coisas pelo lado positivo, depois que você se tornar um mestre em tabelas nada mais do HTML poderá desafiá-lo.</p>
<p>O que mais existe?</p>
<p>Os dois atributos colspan e rowspan são usados para criar tabelas singulares.</p>
<p>Colspan é a abreviação para &#8220;column span&#8221;. Colspan é usada na tag &lt;td&gt; para indicar quantas colunas estarão contidas em uma célula.</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td colspan="3"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3">Célula 1</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 2</td>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Definindo colspan em &#8220;3&#8221;, a célula na primeira linha conterá três colunas. Se você definir colspan em &#8220;2&#8221;, a célula conterá duas colunas e assim será necessário inserir mais uma célula na primeira linha para que tenhamos na primeira linha as colunas em acordo com as da segunda linha.</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td colspan="2"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 5&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
<td>Célula 5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Que tal rowspan?</p>
<p>Como você já deve ter concluido, rowspan especifica quantas linhas estarão contidas em uma célula:</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td rowspan="3"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3">Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No exemplo acima rowspan é definido em &#8220;3&#8221; na Célula 1. Isto especifica que uma célula deve conter 3 linhas. Célula 1 e Célula 2 estão na mesma linha, enquanto Célula 3 e Célula 4 formam duas linhas independentes.</p>
<p>Confuso? Bem, isto na verdade não é descomplicado e você pode se perder. Assim, é sempre uma boa idéia, desenhar a tabela em uma folha de papel antes de começar a codificação HTML.</p>
<p>Não está confuso? Então vá em frente e crie algumas tabela com uso de colspan e rowspan. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 9</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-9/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1971</guid>

					<description><![CDATA[Tabelas Tabelas são usadas para apresentar &#8220;dados tabulares&#8221; , isto é, informação que deva ser apresentada em linhas e colunas, de forma lógica. É difícil? Criar tabelas em…]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tabelas</p>
<p>Tabelas são usadas para apresentar &#8220;dados tabulares&#8221; , isto é, informação que deva ser apresentada em linhas e colunas, de forma lógica.</p>
<p>É difícil?</p>
<p>Criar tabelas em HTML pode parecer complicado, mas se você ficar frio e acompanhar passo a passo a explicação, verá que tudo é evidente &#8211; tal como acontece com tudo no HTML.</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;table&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</table>
<p>Qual a diferença entre &lt;tr&gt; e &lt;td&gt;?</p>
<p>Como você deve ter visto no exemplo acima, este foi o código HTML mais complicado que escrevemos até agora. Vamos analisar isto por partes e explicar as diferentes tags:</p>
<p><strong>3 tags básicas são usadas para inserir tabelas:</strong></p>
<p>&lt;table&gt; começa e termina uma tabela. Evidente.<br />
&lt;tr&gt; significa &#8220;<strong>t</strong>able <strong>r</strong>ow&#8221; &#8211; linha de tabela &#8211; começa e termina e uma linha horizontal da tabela. Também evidente.<br />
&lt;td&gt; significa &#8220;<strong>t</strong>able <strong>d</strong>ata&#8221; &#8211; dados da tabela. começa e termina cada célula contida nas linhas da tabela. Tudo simples e evidente.</p>
<p>Eis o acontece no Exemplo 1: a tabela começa com &lt;table&gt;, segue-se uma &lt;tr&gt;, que indica o início de uma nova linha. Duas células são então inseridas na linha: &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt; e &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;. A linha termina com &lt;/tr&gt; e uma nova linha &lt;tr&gt; começa imediatamente a seguir. A nova linha também contém duas células. A tabela termina com &lt;/table&gt;.</p>
<p>Para esclarecer: <strong>linhas são horizontais e colunas são verticais, ambas contendo células</strong>:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Célula 1 e Célula 2 formam uma linha. Célula 1 e Célula 3 formam uma coluna.</p>
<p>No exemplo acima a tabela tem duas linhas e duas colunas. Uma tabela pode conter um número ilimitado de linhas e colunas.</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;table&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 5&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 6&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 7&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 8&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 9&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 10&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 11&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 12&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 5</td>
<td>Célula 6</td>
<td>Célula 7</td>
<td>Célula 8</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 9</td>
<td>Célula 10</td>
<td>Célula 11</td>
<td>Célula 12</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Existem atributos?</p>
<p>Claro! existem atributos. Por exemplo, o atributo border que é usado para definir a espessura de uma borda em volta da tabela:</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A espessura da borda é especificada em pixels</p>
<p>Tal como fizemos com as imagens, podemos definir width &#8211; largura &#8211; em pixels, para uma tabela &#8211; ou alternativamente em percentagem da tela:</p>
<p>Exemplo 4:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1" width="30%"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Este exemplo renderiza no navegador uma tabela com largura igual a 30% da largura da tela. Tente você mesmo.</p>
<p>Mais atributos?</p>
<p>Existe uma grande quantidade de atributos para tabelas. A seguir mais dois:</p>
<ul>
<li>align: define o alinhamento horizontal do conteúdo da tabela, de uma linha ou de uma célula. Por exemplo, left, center ou right (à esquerda, no centro ou à direita).</li>
<li>valign: define o alinhamento vertical do conteúdo de uma célula. Por exemplo, top, middle ou bottom (em cima, no meio ou em baixo).</li>
</ul>
<p>Exemplo 5:</p>
<pre><code>
&lt;td align="right" valign="top"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
</code>
  </pre>
<p>O que posso inserir em tabelas?</p>
<p>Teoricamente você pode inserir qualquer coisa em uma tabela: texto, links e imagens&#8230; MAS, tabelas destinam-se a apresentar dados tabulares (isto é, dados que por sua natureza devam ser apresentados em linhas e colunas) então abstenha-se de colocar coisas dentro de tabela simplesmente porque você deseja que elas estejam próximas umas às outras.</p>
<p>Nos primórdios da Internet &#8211; isto é, há poucos anos atrás &#8211; tabelas eram usadas como ferramenta para construir layout. Se você quer controlar a apresentação de textos e imagens, existe uma maneira bem mais racional (dica:CSS). Adiante veremos isto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 8</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1965</guid>

					<description><![CDATA[Imagens
O que você acha de poder adicionar uma imagem do Tim Bernes-Lee o inventor do HTML no centro da sua página?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens</p>
<p>O que você acha de poder adicionar uma imagem do Tim Bernes-Lee o inventor do HTML no centro da sua página?</p>
<p>Ops, isto soa como um desafio&#8230;</p>
<p>Talvez, mas é muito fácil de fazer. Tudo o que você precisa é da nossa já conhecida tag:</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/banner_int_turbo.jpg" alt="TURBOSITE" /&gt;
</code></pre>
<p>O que você tem a fazer é dizer ao navegador que quer inserir uma imagem (img) e depois informar onde a imagem esta localizada (src, abreviatura para &#8220;source&#8221; &#8211; local de armazenagem ).</p>
<p>Notar que a tag imagem é do tipo comando isolado, isto é, uma só tag de abertuta e fechamento. Semelhante a tag <br /> que não precisa de um texto inserido nela.</p>
<p>&#8220;tim.jpg&#8221; é o nome do arquivo da imagem que você quer inserir na página. &#8220;.jpg&#8221; é a extensão do tipo de imagem. Tal como a extensão &#8220;.htm&#8221; para arquivos de documentos HTML, &#8220;.jpg&#8221; informa ao navegador que o arquivo é uma imagem. São três os tipos de imagens que você pode inserir na sua página:</p>
<ul>
<li>GIF (Graphics Interchange Format) </li>
<li>JPG / JPEG (Joint Photographic Experts Group) </li>
<li>PNG (Portable Network Graphics) </li>
</ul>
<p><strong>Em geral imagens GIF são melhores para gráficos e desenhos e imagens JPEG são melhores para fotografia.</strong> Existem duas razões para isto: primeiro, imagens GIF são constituidas por 256 cores, e imagens JPEG por milhões de cores, segundo, imagens GIF são melhores otimizadas para imagens simples ao passo que imagens JPEG são melhores otimizadas para imagens complexas. Quanto melhor a compressão tanto menor o tamanho do arquivo e tanto mais rápido a página é carregada no navegador. Como você deve saber por experiência própria, páginas desnecessariamente &#8220;pesadas&#8221; para carregar são frustantes para o usuário.</p>
<p>Tradicionalmente os formatos GIF e JPEG tem sido os mais empregados, mas ultimamente o formato PNG tem se tornado cada vez mais popular (notadamente em detrimento do formato GIF). <strong>O formato PNG é em vários aspectos melhor que os formatos JPEG e GIF: milhões de cores e efetiva compressão.</strong></p>
<p>Onde consigo minhas imagens?</p>
<p>Para criar suas próprias imagens você precisa de um programa de edição de imagens. <strong>Um programa de edição de imagens é a ferramenta essencial para criação de websites com grande impacto visual.</strong></p>
<p>Lamentavelmente, nenhum editor de imagem vem instalado com o Windows ou qualquer outro sistema operacional. Assim, você deve considerar a aquisição do Paint Shop Pro, do PhotoShop ou do Macromedia Fireworks, que são os três melhores editores de imagens atualmente existentes no mercado.</p>
<p>Contudo, como já dissemos, não há necessidade de comprar um programa caro para acompanhar este tutorial. Por enquanto, você poderá fazer o download de um exelente editor de imagens chamado Irfan View que é freeware, isto é, não custa nada.</p>
<p>Ou você pode fazer download de imagens existentes na web. Mas, por favor, se optar por fazer o download de imagens da Internet, cuidado para não violar direitos autorais de terceiros. A seguir mostro como fazer o download de uma imagem existente na Internet:</p>
<ol>
<li>Clique com o botão direito do mouse na imagem da Internet.</li>
<li>No menu que aparece escolha a opção &#8220;Salvar imagem como&#8230;&#8221;.</li>
<li>Na janela que se abre, escolha o lugar no seu computador para salvar e clique &#8220;Salvar&#8221;.</li>
</ol>
<p>Você sempre terá que usar o atributo src, que diz ao navegador onde a imagem está localizada. Além dele existem alguns outros atributos que podem ser bastante úteis quando você insere imagens em uma página.</p>
<p>O atributo alt é usado para fornecer uma descrição textual alternativa da imagem caso por alguma razão a imagem não seja renderizada para o usuário. Isto é particularmente importante para usuários com restrições visuais ou quando a imagem é carregada muito lentamente. Em conseqüência, sempre use o atributo alt:</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/banner_int_turbo.jpg" alt="TURBOSITE"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Alguns navegadores mostram uma caixa pop-up com o conteúdo do atributo alt quando o usuário passa o mouse sobre a imagem. Tenha em mente que a finalidade principal do atributo alt é a de fornecer uma alternativa textual para imagem. O atributo alt não deve ser usado para criar mensagens pop-up uma vez que os leitores de tela passarão uma mensagem que não descreve a imagem para os usuários com restrições visuais.</p>
<p>O atributo title pode ser usado para fornecer uma curta descrição da imagem:</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;img src="banner_int_turbo.jpg" title="TURBOSITE"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Os atributos width e height podem ser usados para definir respectivamente, a largura e a altura da imagem. O valor adotado para medidas é o pixel. Pixel é a unidade de medida usada para medir a resolução da tela. (As resoluções de tela mais comuns são de 800&#215;600 e 1024&#215;768 pixels). Ao contrário de centímetros, pixel é uma inidade de medida relativa que depende da resolução da tela. Usuários com grande resolução de tela terão 25 pixels em 1 centímetro de tela enquanto aqueles com baixa resolução de tela terão os mesmos 25 pixels em 1,5 cm de tela.</p>
<p>Se não forem definidos os valores para width eheight, a imagem será inserida com seu tamanho real. Com width e height você pode alterar o tamanho da imagem:</p>
<p>Exemplo 4:</p>
<pre><code>
&lt;img src="logo.gif" width="672" height="50"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Contudo, o tempo de descarga da imagem será sempre aquele requerido como se ela tivesse suas dimensões reais, mesmo que você diminua seu tamanho com uso destes atributos. Assim, <strong>você não deve diminuir o tamanho das imagens com o uso dos atributos width e height</strong>. Se você precisa diminuir a imagem diminua suas dimensões reais em um editor de imagem para tornar suas páginas mais leves e mais rápidas.</p>
<p>Dito isto, acrescentamos que é sempre uma boa idéia definir os atributos width e height para imagens, pois assim fazendo o navegador reservará o espaço para descarga da imagem previamente. Isto acaba por permitir ao navegador, saber com antecedência (antes de descarregar as imagens) como será o layout da página.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
