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	<title>trabalho no google &#8211; Turbosite &#8211; Blog</title>
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		<title>O pior emprego no Google: um ano vendo pedofilia, decapitações e outras monstruosidades da internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 17:08:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[trabalho no google]]></category>
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					<description><![CDATA[Muita gente coloca coisas muito bizarras na internet. Coisas muito, muito ruins. E é o trabalho de alguém fazer com que as pessoas comuns não encontrem essas coisas. Só que trata-se de um trabalho horrível, e que naturalmente assusta boa parte de quem faz isso. O Buzzfeed conversou com um ex-funcionário da área, que contou sua história. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-funcionário, que preferiu se manter anônimo, explica que o trabalho envolve passar horas e horas vendo conteúdos assustadores, como decapitações, pornografia infantil (até 15 mil imagens por dia), muito gore e fetiches extremos. Isso já é meio barra pesada pra muita gente. E foi o bastante para afetar profundamente o funcionário: </p>
<p>&#8220;O Google arranjou alguém de uma agência federal para falar comigo, e foi quando eu percebi que precisaria de terapia. Ela me mostrou fotos de atividades aparentemente inofensivas (como um teste de Roschach modificado) e pedia minha primeira e mais visceral reação. Eu falava, tipo, &#8220;isso vai dar merda!&#8221;. E era apenas um pai e uma criança.&#8221; </p>
<p>Esses funcionários só podem ficar no cargo durante um ano. Para sorte deles, já que eles podem ir embora e tentar esquecer o que aconteceu durante o período. E isso faz todo sentido, já que talvez mais de um ano &#8211; ou até mesmo mais de um mês! &#8211; trabalhando com isso seja algo extremamente péssimo para a saúde mental do funcionário. Para mais detalhes, recomendamos a leitura no Buzzfeed.</p>
<p>fonte: Gizmodo </p>
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