<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>como fazer sites &#8211; Turbosite &#8211; Blog</title>
	<atom:link href="https://www.turbosite.com.br/blog/tag/como-fazer-sites/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.turbosite.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Nov 2014 15:25:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.2</generator>

<image>
	<url>https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/09/cropped-logo_turbo_vermelha-32x32.png</url>
	<title>como fazer sites &#8211; Turbosite &#8211; Blog</title>
	<link>https://www.turbosite.com.br/blog</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Melhore o tráfego na página inicial do seu site</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/melhore-o-trafego-na-pagina-inicial-do-seu-site/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 15:25:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[sites]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=3828</guid>

					<description><![CDATA[A página inicial de seu site é o tapete de entrada para sua empresa e para atrair visitantes, ela deve estar perfeita. Confira 5 dicas para sua construção.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="650" height="339" src="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/Melhore-o-trafego-na-pagina-inicial-do-seu-site.png" alt="" class="wp-image-3832" srcset="https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/Melhore-o-trafego-na-pagina-inicial-do-seu-site.png 650w, https://www.turbosite.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/Melhore-o-trafego-na-pagina-inicial-do-seu-site-300x156.png 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A página inicial de seu site, provavelmente, é a&nbsp;página mais importante de todo seu domínio.&nbsp;Ela é o primeiro contato do visitante com seu site, o tapete de boas vindas para sua empresa.&nbsp;É por meio dela que o visitante vai decidir se explora o site ou se vai embora. E para conseguir o maior público possível, ela tem de estar perfeita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao acessar o <a href="https://www.turbosite.com.br/construtor-de-sites">construtor de sites</a> da <a href="https://www.turbosite.com.br/">Turbosite</a>, a sua primeira interação vai ser com construção da página inicial. Todos nossos&nbsp;<em>Templates</em>&nbsp;já&nbsp;modelam&nbsp;uma ideia de localização e conteúdos que você pode colocar nessa página, o que já ajuda bastante a dar seus primeiros passos. Porém, tudo isso ainda não é o bastante para transmitir uma&nbsp;identidade única para seu site.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe da <a href="https://www.turbosite.com.br/">Turbosite</a>&nbsp;retirou da página da&nbsp;<a href="https://www.upinside.com.br/artigo/5-dicas-para-melhorar-o-trafego-e-a-navegacao-na-pagina-inicial-do-seu-site">UpInside</a>&nbsp;5 dicas para a construção da página inicial. A seguir você confere estratégias interessantes, que buscam&nbsp;manter o visitante mais tempo em sua página e atraí-lo para navegar por outros conteúdos de seu site.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1) Sirva conteúdo de qualidade</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma falsa ideia na internet que temos que servir muito conteúdo diariamente em nossos sites. Mas até que ponto isso é promissor? Será que vale tudo para atrair mais usuários ao site? E ainda, será que esse tipo de estratégia é sustentável?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dica aqui é, vale mais 100 posts de qualidade do que 1000 posts mais ou menos. E a ideia é bem simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo site é construído com um nicho&nbsp;de mercado específico. Quando recebemos nossos usuários, <strong>eles entram em nosso site por um link de interesse.</strong> Pesquisa, indicação, social. Seja qual for a origem do tráfego, ele entrou procurando algo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tivermos 100 posts dentro do site que forneçam conteúdo atrativo para esse usuário, a chance de navegação por mais conteúdo é bem maior. Com links de relação ou mais vistos você consegue servir mais conteúdo de interesse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda por ter menos posts e com mais qualidade, seu usuário vai consumir o conteúdo em menos tempo, vai aproveitar melhor esse conteúdo e ter uma experiência agradável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, se você tiver 1000 posts e entre eles 100 posts de primeira. A chance deste usuário bater em um conteúdo sem relevância antes de criar um vínculo é bem maior. O resultado? Talvez seu usuário saia e não volte mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que a frequência também é importante. Afinal é muito raro você ler a mesma coisa 2 ou 3 vezes. Mas vale mais 1 post bom por semana, que 7 ganchos de conteúdo sem qualificação para seus prospectos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro, se você tiver 1000 <strong>posts de primeira</strong> a conversão e&nbsp;ranqueamento&nbsp;são bem maiores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2)&nbsp;Desperte o interesse sem entregar o conteúdo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos falando de página inicial, que é o link de entrada para seu conteúdo. Essa página deve ser tratada como uma capa. Sua função é exibir as atualizações e entregar valor e interesse ao seu usuário. Não o conteúdo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procure aqui servir uma boa hierarquia de conteúdo. Crie uma vitrine de seus posts e exiba apenas o essencial. Uma capa, um título e uma pequena descrição com links de acesso intuitivos para que o usuário navegue em seu site.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sites que mostram muito na capa tendem a ter maior rejeição e menos ranqueamento no Google. Isso acontece porque o motor entende que se o usuário não navegou é porque não gostou do que viu ou não encontrou o que o link propôs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também procure não servir muitos posts. Eu diria para você ficar entre 7 e 10 atualizações. Isso é importante pois esses posts terão seu rodízio. A medida que você posta novidades você está alterando o visual da capa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Isso é importante para que o usuário tenha sempre um impacto diferente ao acessar seu site.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">3) Nada é de graça, pague pela interação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa dica é simples e muito importante para que seu site tenha realmente conversões positivas em servir links de compartilhamento, curtidas e tudo mais. <strong>A interação não deve ser requisitada e sim remunerada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua moeda aqui é o conteúdo. Então não faz sentido você servir Plugins de curtidas ou compartilhamento na página inicial do site. A não ser que você crie sua share box e consiga colocar esses links dentro do contexto do layout.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas no geral pense assim. Porque um usuário iria compartilhar ou curtir qualquer coisa antes de realmente gostar (curtir) daquilo? Então a página inicial do seu site não serve para pedir interações. Isso deve ser feito depois de entregar o conteúdo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas claro, a página inicial pode fornecer prova social. Então em vez de servir uma ação de curtir, prefira servir uma box mostrando quantas pessoas já curtiram sua página. Isso gera engajamento com seu usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A melhor prova social hoje é o like box do Facebook. Pois ele mostra (quando ocorre) os seus amigos que já curtiram aquilo e isso é uma grande prova social. Se seu amigo gosta você aumenta a confiança do usuário no site.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4) Evite tirar seu usuário do site</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A página inicial do site tem por conquista a maior relevância para links. É como se fosse nosso MAPA do projeto. Sabemos naturalmente que a home foi construída para indicar o conteúdo do site. Nos levar até os melhores, mais vistos e últimos posts do mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso comportamento? Qualquer usuário que entre em um site pela página inicial procura links para clicar! Um caminho ou direção para chegar até um conteúdo que procura. Sem falar na pesquisa interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então é muito importante que você <strong>evite links externos na página inicial.</strong> E esses links podem estar em banners do AdSense, parceiros, entre outros. Se seu usuário sair do site logo que acessa a página inicial, sua taxa de rejeição aumenta imediatamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5) Monitore o comportamento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existem várias formas de você monitorar o comportamento dos seus usuários. O GA (Google Analytics) é a melhor e mais completa ferramenta para isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o monitoramento correto você consegue saber muito mais do seu público. Monitorando a pesquisa por exemplo. Você consegue saber com precisão o que cada usuário procura dentro do seu site. Com isso você pode saber sobre o que escrever no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você também pode criar vários funis dentro do GA. Criando um passo a passo de URL, um link de entrada ou até um destino, e assim saber quantos usuários estão convertendo aquele objetivo. Assim você pode melhorar ainda mais a experiência deste usuário&nbsp;nesse quesito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, você ainda pode criar alertas de tráfego. Quantos % melhorou com relação ao dia, mês, semana anterior&nbsp;entre outros. Assim quando você posta um novo título ou cria alguma estratégia diferente. Você consegue saber se aquilo deu certo ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso funciona para o site em um todo. Mas veja que é possível saber se sua página inicial está conseguindo essas conversões. Monitorar os links e saber se está realmente intuitivo para o usuário navegar a partir dela.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como escrever o &#8220;Quem somos&#8221; de seu site</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/como-escrever-o-quem-somos-de-seu-site/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 12:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=3722</guid>

					<description><![CDATA[Uma das melhores maneiras de conhecer o trabalho desenvolvido por uma empresa é por meio do link “Quem Somos”. Negligenciar sua importância pode ser um erro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das melhores maneiras de conhecer o trabalho desenvolvido por uma empresa é por meio do link <strong>“Quem Somos”</strong>, disponível na página virtual do negócio. Lá é possível <strong>conhecer os valores e as missões do empreendimento</strong>, bem como clientes e projetos realizados pela empresa. Além disso, é possível compreender a história do negócio e dos próprios empreendedores.</p>
<p>Negligenciar a importância do seu conteúdo, acreditando que ele não é lido pelos visitantes do canal virtual, e investir apenas na parte visual do site pode ser um erro. Isso porque é por meio desse conteúdo que possíveis <strong>clientes</strong>,<strong> fornecedores </strong>e<strong> investidores</strong> aprenderão sobre a empresa e poderão decidir se fecham ou não o negócio.</p>
<p>Para dar um auxílio na hora em que for escrever o link “Quem Somos”, a equipe da <a href="https://www.turbosite.com.br/">Turbosite </a>compartilha com essa postagem algumas dicas retiradas do site de notícias <a href="http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/como-criar-um-bom-%E2%80%9Cquem-somos%E2%80%9D#.VGHk_jTF-4c">Jornal do Empreendedor</a>. Abaixo seguem essas dicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>1. Forneça informações básicas e curiosas do negócio</strong></h2>
<p>Detalhar como surgiu a empresa, quem são os empreendedores e quais os valores e objetivos do negócio não pode ser excluído desse espaço. É importante também mencionar se a empresa possui mais de uma sede. Para não deixar o texto extenso e cansativo, é interessante contar curiosidades da constituição da empresa e possíveis hobbies dos diretores do negócio. Isso permitirá que o leitor ganhe <strong>proximidade</strong> com a empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>2. Mostre clientes e premiações da empresa</strong></h2>
<p>Para dar credibilidade ao negócio, é importante elencar nesse espaço os principais clientes e parceiros comerciais. A incorporação do logotipo dessas empresas na sua página pode ser um elemento interessante para o apelo visual. Mencionar prêmios e reconhecimentos recebidos pela empresa, bem como o trabalho de serviço comunitário e iniciativas sustentáveis, também ajudarão a tornar o negócio <strong>atraente</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>3. Invista nas mídias sociais</strong></h2>
<p>Agregar vídeos que mostrem a dinâmica da empresa é interessante para que o visitante crie proximidade com o negócio. Além disso, procure divulgar o link da sua página em <strong>redes sociais</strong> como Twitter, Orkut e Facebook. Caso a empresa ou o empreendedor possua um blog, é interessante divulgá-lo nesse espaço. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boas práticas de segurança para seu website Joomla!</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/boas-praticas-de-seguranca-para-seu-website-joomla/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2014 13:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Domínio]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Hospedagem de Sites]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[turbosite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=3115</guid>

					<description><![CDATA[O Joomla é o principal gerenciador de conteúdo do mercado e permite que pessoas sem conhecimento técnico possam criar e gerenciar sites de maneira simples e prática. Com ele você cria sites dinâmicos sem saber programar e aprenda boas práticas para o seu site assuma as primeiras posições do Google.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo da série Segurança e Joomla! do <a href="http://www.joomlabrasilia.org/" target="_blank">Joomla! Brasília</a> é uma adaptação ao original postado no website http://www.torkiljohnsen.com.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">1. Siga as suas melhores práticas</span></p>
<p>Caso você já tenha criado um website e tenha tomado medidas de seguranças básicas, como instalação de extensões de segurança (Jupdateman JSecure), não há necessidade de reinventar a roda: Use uma ferramenta de backup como Akeeba Backup ou algo semelhante, faça um backup do website e use esse backup como um ponto de partida para o seu novo website. Ou seja, mantenha uma instalação básica padrão para todos os seus projetos.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">2. Não use o prefixo jos_ como padrão das tabelas do Banco de Dados.</span></p>
<p>Muitos ataques de injeção SQL são baseados na suposição de que as tabelas de seu banco de dados são denominados &#8220;jos_&#8221;. Caso você tenha optado por usar o padrão &#8220;jos_&#8221;, ele poderá ser mudado com um simples script PHP.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">3. Um usuário de banco de dados por instalação</span></p>
<p>Não use um mesmo usuário para vários banco de dados e nunca use root como usuário de conexão. Geralmente o usuário de conexão ao banco e o nome do banco, são baseados no nome de seu domínio. Mas isto vai depender do provedor de hospedagem.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">4. Considere uma senha forte para a conexão ao banco de dados</span></p>
<p>Use uma senha longa e complicada para o acesso ao seu banco de dados. Hoje em dia é muito fácil de decifrar um hash MD5, base de encriptação utilizada pelo Joomla (já foi quebrado) ou SHA1. Inclusive existem aplicações web que ajudam nesse processo. Se alguém começar a tentar quebrar a senha de acesso ao banco de dados, por força bruta por exemplo, é só questão de tempo até obter o sucesso. Uma boa forma de criar senhas fortes é utilizar caracteres alfanuméricos e caracteres especiais como @ # $ e etc&#8230;</p>
<p><span style="color: #ff0000;">5. Não instale o exemplo de conteúdo</span></p>
<p>O exemplo de conteúdo server para que você se familiarize com o Joomla. Em produção, você não deve utilizá-los tendo em vista que são fáceis de serem identificados pelos &#8220;exploits&#8221;. Além disso, você pode se esquecer de remover totalmente o conteúdo de exemplo.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">6. Desinstalar coisas que você não precisa</span></p>
<p>Desinstale todas as extensões que você não irá utilizar em seu projeto. Desde os componentes do núcleo do Joomla até os templates que estão sobrando. Observe, por exemplo, que ao instalar o editor JCE você estará reinstalando o editor WYSIWYG TinyMCE, pois ele funciona encapsulado no JCE. Joomla vem com o editor TinyMCE instalado como editor padrão, então você terá duas instalações TinyMCE. Eu particularmente sempre usei o TinYMCE e ele sempre deu conta do recado nesses 07 (sete) anos de uso do CMS.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">7. Desativar o registro / login</span></p>
<p>Se o seu website não terá conteúdo restrito ou cadastro de usuários, desabilite o módulo Login form</p>
<p><span style="color: #ff0000;">8. Desativar XML-RPC</span></p>
<p>Desative o XML-RPC do servidor se você não precisa dele.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">9. Devo remover a tag generator do Joomla?</span></p>
<p>Apesar de no artigo original ser indicado a retirada, eu discordo, pois além de ser um &#8220;hacking&#8221; no código-fonte fere a GNU/GPL no sentido de estarem sendo retirados os créditos ao programa gerador, no caso, o Joomla!</p>
<p><span style="color: #ff0000;">10. Substitua o padrão de informação meta Joomla com seus próprios dados</span></p>
<p>Em sua configuração global, certifique-se de substituir os metadados padrão. Mais do que segurança este fato irá incidir diretamente em suas métricas de Google Marketing, ou seja: Encontrabilidade.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">11. Excluir a conta de usuário padrão</span></p>
<p>O userid 62 e o nome de usuário &#8220;admin&#8221; presentes na tabela #__users, representa uma fraqueza e devem ser substituídos imediatamente após a publicação do website na Internet. Para tal, acesse o backend e crie um novo usuário com perfil de superadministrador. Depois, faça o login com o novo usuário e exclua o antigo admin. Lembre-se que o admin é o primeiro usuário a morrer em qualquer sistema.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">12. Ativar o (.htaccess)</span></p>
<p>O htaccess.txt está na raiz do seu website joomla e deve ser renomeado para (.htaccess). Porém, alguns fatores devem ser observados:<br />
a) o (.) antes de um nome de arquivo, significa que o arquivo é um arquivo oculto do GNU/LINUX. Logo, não irá funcionar o Ruindows.<br />
b) o (.htaccess) é um arquivo extremamente perigoso e alguns provedores simplesmente não permitem o envio do mesmo, ou durante a atualização do apache, passam a restringir seu uso.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">13.Use url&#8217;s amigáveis</span></p>
<p>Muitos &#8220;exploits&#8221; funcionam baseados em sniffs de robots através das URLs dinâmicas do Joomla!. Por exemplo, digamos que o componente (com_algumacoisa) foi invadido e você está usando o mesmo em seu website. O &#8220;exploit&#8221; irá buscar por com_algumacoisa em sua url e uma vez achado, irá explorar as vulnerabilidades do mesmo para invadir seu website. O uso de Url&#8217;s amigáveis além de ajudar sobremaneira na indexação de seu website pelo google é uma excelente prática de segurança.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">14. Mover logs e cache para fora da raiz do website</span></p>
<p>Uma boa prática é alterar o caminho do log e cache do seu website para um diretório fora da raiz, evitando o acesso via browser.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">15. Criptografar a comunicação, ou pelo menos o login</span></p>
<p>Dependendo do provedor você poderá acessar o backend do seu website via https, ou seja, usando criptografia. Uma boa alternativa para os que desejarem abstrair a solução do provedor é usar o componente Encrypt configuration.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">16. Inscreva-se no canal de notícias de segurança do Joomla</span></p>
<p>http://feeds.joomla.org/JoomlaSecurityNews.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">17. Instale os patches de segurança imediatamente</span></p>
<p>Quando for lançado um patch de segurança ou uma nova versão stable do CMS atualize o seu website imediatamente. Existe uma boa extensão para isso é Jupdateman.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">18. Faça Backup de seu website regularmente</span></p>
<p>Se o provedor não faz backup para você, inclua uma rotina em seu projeto. Para provedores que permitem acesso via ssl você pode agendar o backup no cron do servidor. Não é possível? Use o Akeeba que é uma excelente extensão para backup. Inclusive, a versão paga possibilita o agendamento dos mesmos.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">19. Proteja o /administrador com medidas extras</span></p>
<p>Encapsule o /administrator de seu website usando um simples plugin de segurança como o JSecure. 70% das tentativas de ataque serão barradas pelo simples fato de não ser encontrado o /administrator de seu website.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">20. Dê as permissões corretas para arquivos e diretórios</span></p>
<p>A permissão dos diretórios de seu website devem estar com 0755 e os arquivos com 0644. Nunca, jamais, em hipótese alguma use 0777. Leia este artigo caso tenha dúvida em relação a permissão de diretórios e arquivos no GNU/LINUX.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">21. Considere a instalação de extensões de segurança</span></p>
<p>Existem várias extensões voltadas a implementação de segurança em seu website Joomla. Visite o JED, identifique-as e faça os devidos testes. Neste artigo já indiquei as que penso serem fundamentais: Akeeba, JSecure, Jpudateman e Configuration Ecnrypt</p>
<p><span style="color: #ff0000;">22. Evite expor informações</span></p>
<p>Desabilite o relatório de erros no backend do Joomla, escolhendo a opção Nenhuma para relatórios de erros nas configurações globais. É interessante que a diretiva display_errors do php também esteja desabilitada. Mas, lembre-se que dependendo do contexto o display_errors deve estar habilitado. Por exemplo: você instala um módulo e ele dá pau. Com o display_errors desabilitado você verá apenas uma página em branco.<br />
Esta diretiva fica no php.ini e você não terá acesso no servidor. O máximo que poderá fazer é criar uma flag no seu arquivo (.htaccess) alterando o padrão de ON para OFF.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">23. Adicionar uma solução de ACL personalizada</span></p>
<p>O ACL padrão do Joomla não é muito restritivo e você pode estar dando mais privilégios de acesso do que gostaria. Considere a adição de uma extensão para melhorar a ACL, por exemplo o NoixAcl.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">24. Evite extensões com código fonte criptografado</span></p>
<p>Você não pode corrigir erros no código fonte se ele estiver criptografado, além de você ficar à mercê do desenvolvedor da extensão. A regra é simples: em software liver encontramos extensões livres e gratuitas, livres e pagas ou comerciais e pagas. Não existe extensão mais ou menos livre disponibilizada com código-fonte criptografado, simplesmente não use.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">25. Evite extensões legadas</span></p>
<p>Não utilize extensões que não foram desenvolvidas nativamente para Joomla!1.5. Joomla!1.0 acabou em julho do ano passado e todos já tiveram tempo suficiente para desenvolver dentro dos padrões do novo framework.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">26. Evite extensões inseguras</span></p>
<p>Quando você instala qualquer extensão no Joomla! você perde a garantia do CMS. Ou seja, a versão stable é liberada com as extensões que fazem parte do seu núcleo. Por exemplo: não existe álbum de fotos em uma instalação padrão do Joomla, logo, quando você instala um componente de galeria de imagens você o faz por sua conta e risco.<br />
Lembre-se que todo componente cria automaticamente um objeto de banco de dados e passa a ser uma célula viva dentro de seu website, muitas vezes com seu próprio painel de controle. Então, muito cuidado com o que está instalando em seu website joomla ok? Dê preferência a extensões populares e que tenham os projetos continuados e atuais e sempres consulte a lista de vulnerabilidades antes de instalar qualquer coisa em seu website.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">27. Use uma IDE</span></p>
<p>IDEs podem ajudar bastante com a qualidade do código, desenvolvimento e testes. Para windows indico o Aptana com plugin php e para GNU/LINUX indico o bluefish, aliás, o que eu uso.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">28. Use um sistema de controle de versão</span></p>
<p>Coisas como o SVN e Git serão um salva-vidas para você caso algo tenha sido alterado ou retirado sem o seu conhecimento. Também torna mais fácil de manter e implantar diferentes versões do seu software. Utilize versão, mesmo que você seja o único a fazer o desenvolvimento, vale a pena.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">29.Teste localmente, antes de colocar em produção na web</span></p>
<p>Busque um ambiente de teste e desenvolvimento próximo do ambiente de produção. De preferência use GNU/LINUX sempre pois ficará bem próximo do ambiente do provedor. Mas se não der, opte pelo Xampp que é o melhor SDK para windows em mnha opinião. Erros não devem aparecer em websites em produção, cuidado com as páginas 404 e nunca, mas nunca mesmo deixe uma página em seu website com o dizer: em construção.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">30. Use CSRF para proteção de formulários</span></p>
<p>http://docs.joomla.org/How_to_add_CSRF_anti-spoofing_to_forms</p>
<p><span style="color: #ff0000;">31. Filtrar dados</span></p>
<p>Filtrar a entrada e saída do conteúdo fornecido pelo usuário, é muito útil para evitar ataques de SQL injection e XSS.<br />
Ex: http://docs.joomla.org/Tutorial:How_to_make_your_Joomla_addon_more_secure_WIP</p>
<p><span style="color: #ff0000;">32. Mantenha o seu código-fonte enxuto</span></p>
<p>A reutilização de código é uma característica da OOP, então reutilize o código ao máximo e evite tentar reinventar a roda. Cuidado com a short tag do php pois você poderá ter problemas caso esteja desabilitada no servidor. Logo, comece suas linhas de código com (<!--?php) e nunca apenas com (<?)</p-->
<p><span style="color: #ff0000;">33. Use um Framework para desenvolver suas extensões</span></p>
<p>Se você está criando uma extensão do Joomla, você deve considerar o uso do framework Nooku, ou o alphaplug, que são duas soluções interessantes que ajudam na redução do código e na rapidez do desenvolvimento.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">34. Nenhum código executável em arquivos de classe</span></p>
<p>Nunca deixe um código executável em seus arquivos de classe.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">35. Use _JEXEC</span></p>
<p>A primeira linha executável de qualquer script php no Joomla, seja um componente, módulo, plugin ou template, é a constante _JEXEC. Ela garante que o código será executado apenas pela aplicação. Faça um teste rápido e assustador:<br />
a) abra a index.php de qualquer template e comente a linha J_EXEC or die restrict access. Como? Basta colocar // no início dela;<br />
b) agora digite em seu navegador a url de seusite/templates/onomedotemplatedoseusite Executou? Você acabou de abrir um backdoor em seu website. Sinistro não? Corra e retire o // e tente o mesmo macete. Resultado? Restrict access.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">36. Mantenha nomes e versões escondidas</span></p>
<p>Mostrar os créditos dos componente em sua frontpage além de perigoso, se as mesmas estão desatualizadas, vai contra a usabilidade. Seu website está sob o domínio .com.br? Então deve estar em português. Nada de powered by Phoca Gallery e etc&#8230;ok?</p>
<p><span style="color: #ff0000;">36. A escolha do provedor para seu website</span></p>
<p>Este um capítulo a parte já que temos &#8220;N&#8221; bons provedores e outros péssimos, pelo mundo afora. Fica a minha dica na hora de escolher o provedor:<br />
a) fuja dos que oferecem muitas vantagens por um preço irrisório;<br />
b) fique atento com a versão do LAMP (LINUX, APACHE, MYSQL e PHP) utilizados pelo provedor. Lembre-se que eles são a base do funcionamento de seu website Joomla! Qualquer software desatualizado aumentará sobremaneira as possibilidades de uma invasão e daí, não tem versão stable nem reza brava que de jeito; e<br />
c) por fim, lembre-se que o provedor só quer vender. Uma vez invadido ele vai tirar seu website do ar e vai dizer que a culpa é do programa vagabundo que você usou. Lembra-se? O Joomla! Apesar de 90% das invasões serem por falhas na hospedagem eles nunca irão concordar e a menos que você tenha recursos para provar a vulnerabilidades deles, recursos esses que não fazem parte do escopo deste artigo, Game Over para você.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">37. Acompanhe sempre a lista de extensões vulneráveis</span></p>
<p>Fonte: www.torkiljohnsen.com/2010/09/18/collection-of-joomla-security-tips/<br />
Tradução e adaptação: Júlio Coutinho (www.joomlabrasilia.org/tutoriais-de-joomla/seguranca-e-joomla/648.html) </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 14</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-14/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 15:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=2001</guid>

					<description><![CDATA[Dicas finais
Parabéns, você chegou na última parte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dicas finais</p>
<p>Parabéns, você chegou na última parte.</p>
<p>Então, agora eu já sei tudo?</p>
<p>Você aprendeu um bocado de coisas e já está em condições de construir seu website. No entanto o que você aprendeu é o básico e ainda há muita coisa a ser aperfeiçoada. Podemos dizer que você construiu uma base sólida para continuar e se aprofundar no assunto.</p>
<p>Nesta última lição, daremos umas dicas finais:</p>
<ul>
<li>Para começar, aconselhamos a escrever seus documentos HTML de forma ordenada e estruturada. Assim fazendo você estará não só mostrando aos outros que possui uma base sólida de conhecimento mas também estará facilitando a leitura, interpretação e manutenção do código.</li>
<li>Siga as normas e valide seu código. Mas, não faça disto uma fonte de stress. Escreva um XHTML claro, use o DTD e valide suas páginas no validator.w3c.org.</li>
<li>Coloque conteúdos nas suas páginas. Lembre-se que HTML é apenas a ferramenta que possibilita apresentar informação na Internet, assim é necessário que haja a informação a ser apresentada ou seja, o conteúdo. </li>
<li>Páginas lindas e bem desenhadas são ótimas, mas as pessoas buscam informação na Internet.</li>
<li>Evite encher suas páginas com imagens pesadas e outros &#8220;balangandans&#8221; que você encontra na Internet. Isto faz com suas páginas demorem a carregar e é frustante para o usuário. Páginas que demoram mais de 20 segundos para carregar podem perder até 50% dos seus visitantes. </li>
<li>Lembre-se de cadastrar seu site nos sites de busca, de modo a que outras pessoas, além da sua família, possam encontrá-las e visitá-las. Na página de entrada dos sites para cadastro em mecanismos de busca você encontrará um link para adicionar seu site (O mais importante é o Google mas, existem outros tais como, DMOZ, Yahoo, AltaVista, AlltheWeb e Lycos).</li>
<li>Neste tutorial você aprendeu a usar o Notepad, que é um simples e fácil editor de textos, contudo talvez você agora possa pensar em usar um editor mais sofisticado com mais possibilidades e ferramentas. Você encontra uma listagem e sumário de diferentes editores em Download.com.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 13</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-13/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 15:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1996</guid>

					<description><![CDATA[Web standards e validação
Nesta parte você aprenderá mais alguns conceitos teóricos do HTML.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Web standards e validação</p>
<p>Nesta parte você aprenderá mais alguns conceitos teóricos do HTML.</p>
<p>O que mais há para conhecer sobre HTML?</p>
<p>HTML pode ser escrito de várias maneiras. O navegador está apto a ler HTML escrito de várias maneiras. Podemos dizer que HTML tem muitos dialetos. Esta é a razão porquê alguns websites são apresentados de formas diversas em diferentes navegadores.</p>
<p>Desde o aparecimento da Internet tem sido feitas várias tentativas para se normatizar o HTML notadamente através do World Wide Web Consortium (W3C) fundado por Tim Berners-Lee (yep! o grande sujeito que inventou o HTML). Mas, este tem sido um árduo e longo caminho.</p>
<p>No passado &#8211; quando você tinha que comprar um navegador &#8211; Netscape dominava o mercado de navegadores. Àquela época as normas para o HTML estavam nas suas versões 2.0 e 3.2. Mas pelo fato de dominar 90% do mercado a Netscape não teria &#8211; e não teve &#8211; que se preocupar muito com normas. Pelo contrário, a Netscape inventava seus próprios elementos de marcação que não funcionavam em outros navegadores.</p>
<p>Por muitos anos a Microsoft ignorou completamente a Internet. Em determinado momento, resolveu competir com a Netscape e lançou seu navegador próprio. A primeira versão do navegador da Microsoft&#8217;s, o Internet Explorer, não era melhor do que o Netscape no suporte às normas do HTML. Mas, a Microsoft resolveu distribuir seu navegador gratuitamente (isto sempre agrada a todos) e o Internet Explorer em pouco tempo tornou-se o navegador mais usado e mais popular.</p>
<p>A partir das versões 4 e 5 a Microsoft anunciava que seus navegadores ofereciam cada vez maior suporte às normas HTML do W3C. A Netscape não se movimentou para atualizar seu navegador e continuou a colocar no mercado a velha e desatualizada versão 4.</p>
<p>O que vem a seguir é história. Nos dias atuais as normas HTML estão na sua versão 4.01 e no XHTML. Hoje em dia é o Internet Explorer que detém quase 90% do mercado. O Internet Explorer ainda tem seus elementos próprios, mas oferece suporte para as normas HTML do W3C. Os navegadores Mozilla, Opera e Netscape também suportam as normas.</p>
<p>Então, quando você codifica HTML de acordo com as normas do W3C, você está construindo um website para ser visualizado em todos os navegadores &#8211; não só agora mas também no futuro. E felizmente, tudo o que você aprendeu neste tutorial está de acordo com a mais nova versão do HTML, que é o XHTML.</p>
<p>Legal! Posso anunciar?</p>
<p>Devido a existência de diferentes tipos de HTML, você precisa informar ao navegador qual é o &#8220;dialeto&#8221; do HTML e no seu caso você aprendeu XHTML. Para informar ao navegador, você usa o Document Type Definition. O Document Type Definition deve ser escrito sempre no topo do documento:</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
<strong>&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" 
	"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd"&gt;
 
&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" lang="pt-br"&gt;</strong>
 
&lt;head&gt;
&lt;title&gt;Título&lt;/title&gt;
&lt;/head&gt;
 
&lt;body&gt;
&lt;p&gt;texto texto&lt;/p&gt;
&lt;/body&gt;
 
&lt;/html&gt;
</code>
  </pre>
<p>Além do Document Type Definition (escrito na primeira linha no exemplo acima), que informa ao navegador que você está codificando XHTML, você precisa ainda adicionar informação extra na tag html, usando os atributos xmlns e lang.</p>
<p>xmlns é abreviação de &#8220;XML-Name-Space&#8221; e deve ter sempre o valor http://www.w3.org/1999/xhtml. Isto é tudo o que você precisa saber. Se você tem o hábito ou gosta de se aprofundar e conhecer coisas complicadas poderá ler mais sobre namespaces no site do W3C.</p>
<p>No atributo lang você específica em que língua (aqui trata-se de linguagem humana) o documento é escrito. As abreviaturas para as línguas existentes no mundo todo, estão nas ISO 639 standard . No exemplo acima a língua definida no atributo é o português do Brasil (&#8220;pt-br&#8221;).</p>
<p>Uma DTD informará ao navegador como deve ser lido e renderizado o HTML. Use o exemplo mostrado, como um template para todos os seus futuros documentos HTML.</p>
<p>O DTD é importaante ainda, para a validação da página.</p>
<p>Validação? Porquê deveria eu fazer isto?</p>
<p>Insira o DTD nas suas páginas e poderá verificar erros no seu HTML, usando o validador gratuito do W3C.</p>
<p>Para testar o validador faça o seguinte: crie uma página e publique na Internet. A seguir entre em validator.w3.org e lá digite o endereço (a URL) da sua página, depois clique no botão validar. Se seu HTML estiver correto, vai aparecer uma mensagem de congratulações. Se não, será apresentada uma lista de erros, informando o quê está errado e onde. Cometa alguns erros propositais no seu código para verificar o que acontece.</p>
<p>O validador não é útil somente no encontro de erros. Alguns navegadores tentam interpretar os erros cometidos pelos desenvolvedores e consertar o código mostrando a página corretamente. Em navegadores assim você nunca encontrará erros no próprio navegador. Já outros navegadores não aceitam o erro e apresentam a página arruinada ou mesmo nem apresentam. O validador então ajuda você a encontrar erros que você não tenha nem idéia de que existiam</p>
<p>Sempre valide suas páginas, para ter certeza que elas serão mostradas corretamente em todos os navegadores. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 12</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-12/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1986</guid>

					<description><![CDATA[Uploading páginas
Até agora somente você conseguiu visualizar suas páginas. Chegou a hora de mostrá-las para o mundo todo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uploading páginas</p>
<p>Até agora somente você conseguiu visualizar suas páginas. Chegou a hora de mostrá-las para o mundo todo.</p>
<p>O mundo está preparado para ver suas páginas?</p>
<p>O mundo está preparado sim &#8211; você, em breve, estará também. Para publicar seu trabalho na Internet, você precisa somente de espaço em um servidor e um programa FTP.</p>
<p>Se você costuma acessar a Internet já deve ter visto que existem vários serviços de hospedagem de sites. Seu endereço no servidor será alguma coisa parecida com http://home.servidor.com/nomedousuario. Você tem que ativar o serviço. Informe-se como fazer isto na documentação fornecida pelo serviço de hospedagem.</p>
<p>Para acessar o servidor você precisa conhecer o &#8220;Nome do seu servidor&#8221; (Por exemplo, ftp.seudominio.com.br) e ter um nome de usuário e senha.</p>
<p>Isto é tudo que eu preciso?</p>
<p>Para acessar o servidor e publicar as páginas você precisa de um programa FTP. Você não deve ter um programa destes ainda, mas existem vários deles na Internet para download e são gratuitos.</p>
<p>Existem muitos programas FTP. Um dos melhores é o FileZilla, e é gratuito . Você pode obter o FileZilla em filezilla.sourceforge.net.</p>
<p>Como eu faço o upload das páginas?</p>
<p>Abaixo fornecemos um exemplo de como fazer isto usando o serviço de hospedagem desejado e o programa CuteFTP. Este procedimento é mais ou menos igual para qualquer programa FTP.</p>
<p>Quando você abrir o CuteFTP você verá exatamente está tela:</p>
<p>Clique em FILE -&gt; FTP Site ou se você tem afinidade com atalhos basta pressionar CTRL + N.</p>
<p>Então esta janela se abrirá:</p>
<p>Preencha com os dados corretos e na aba TYPE e configure como na imagem abaixo:</p>
<p>Depois clique na aba ACTIONS e defina onde está a pasta padrão localizada em seu computador para abrir juntamente com o FTP:</p>
<p>Pronto! Você está apito a conectar e utilizar seu FTP e hospedar suas páginas!</p>
<p>Para você que está começando agora na WEB venha para o TURBOSITE e descubra as vantagens de ser nosso cliente!</p>
<p style="font-size: 30px;"><a href="https://www.turbosite.com.br">www.turbosite.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 11</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1980</guid>

					<description><![CDATA[Layout (CSS)
Não seria ótimo se você pudesse dar à sua página o layout que ela merece?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Layout (CSS)</p>
<p>Não seria ótimo se você pudesse dar à sua página o layout que ela merece?</p>
<p>Claro! mas como faço isto?</p>
<p>Para o layout da sua página use Cascading Style Sheets (CSS) &#8211; Folhas de Estilo em Cascata. Nesta lição você terá uma breve introdução às CSS. Depois você poderá aprender CSS desde o início no nosso tutorial CSS. Assim, considere esta parte apenas um aperitivo.</p>
<p>CSS é a melhor metade do HTML. Codificando, não há melhor parceria: HTML é responsável pelo trabalho pesado (a estrutura), enquanto CSS dá o toque de elegância (layout).</p>
<p>Como mostrado anteriormente, CSS pode ser adicionado com uso do atributo style. Por exemplo, você pode definir o tipo e o tamanho da fonte em um parágrafo:</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;p <strong>style="font-size:20px;"</strong>&gt;Este parágrafo em tamanho de fonte igual a 20px&lt;/p&gt;
&lt;p <strong>style="font-family:courier;"</strong>&gt;Este parágrafo em fonte Courier&lt;/p&gt;
&lt;p <strong>style="font-size:20px; font-family:courier"</strong>&gt;Este parágrafo em fonte Courier e tamanho 20px&lt;/p&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<p style="font-size: 20px;">Este parágrafo em tamanho de fonte igual a 20px</p>
<p style="font-family: courier;">Este parágrafo em fonte Courier</p>
<p style="font-size: 20px; font-family: courier;">Este parágrafo em fonte Courier e tamanho 20px</p>
<p>No exemplo acima usamos o atributo style para definir o tipo de fonte usado (com a propriedade font-family) e o tamanho da fonte (com a propriedade font-size). Notar que no último parágrafo do exemplo definimos tanto o tipo como o tamanho da fonte separados por um ponto e vírgula.</p>
<p>Está parecendo que há uma grande quantidade de trabalho a executar</p>
<p>Uma das funcionalidades mais inteligentes das CSS é a possibilidade de controlar o layout de um arquivo central. Em lugar de se usar o atributo style em cada tag, você pode dizer ao navegador como deve ser o layout de todos os textos em uma página:</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;html&gt;
 
  &lt;head&gt;
  &lt;title&gt;Minha primeira página CSS&lt;/title&gt;	
 
  <strong>&lt;style type="text/css"&gt;
	  h1 {font-size: 30px; font-family: arial}
	  h2 {font-size: 15px; font-family: courier}
	  p {font-size: 8px; font-family: times new roman}
  &lt;/style&gt;</strong>
 
  &lt;/head&gt;
 
  &lt;body&gt;
  &lt;h1&gt;Minha primeira página CSS&lt;/h1&gt;
  &lt;h2&gt;Bem vindo à minha primeira página CSS&lt;/h2&gt;
  &lt;p&gt;Aqui você verá como funciona CSS&lt;/p&gt;
  &lt;/body&gt;
 
&lt;/html&gt;
</code></pre>
<p>No exemplo acima inserimos as CSS na seção head do documento, assim ela se aplica à página inteira . Para fazer isto use a tag &lt;style type=&#8221;text/css&#8221;&gt; que informa ao navegador que você está digitando CSS.</p>
<p>No exemplo, todos os cabeçalhos da página serão em fonte Arial e tamanho 30px. Todos os subtítulos serão em fonte Courier tamanho 15. E, todos os textos dos parágrafos serão em fonte Times New Roman tamanho 8.</p>
<p>Uma outra opção é a de digitar as CSS em um documento separado. Com as CSS em um documento separado você pode gerenciar o layout de muitas páginas ao mesmo tempo. Muito inteligente, pois você pode mudar de uma só vez, o tipo ou o tamanho da fonte de todo o site, quer ele tenha centenas ou milhares de páginas. Nós não nos aprofundaremos em CSS agora, mas você pode aprender tudo, no futuro, em nosso tutorial CSS.</p>
<p>O que mais posso fazer com CSS?</p>
<p>CSS faz muito mais do que definir tipos e tamanhos de fontes. Por exemplo, você pode adicionar cores e fundos. A seguir alguns exemplos para você praticar:</p>
<pre><code>
&lt;p <strong>style="color:green;"</strong>&gt;Texto verde&lt;/p&gt;
 
&lt;h1 <strong>style="background-color: blue;"</strong>&gt;Cabeçalho com fundo azul&lt;/h1&gt;
 
&lt;body <strong>style="background-image: url('http://www.html.net/logo.png');"</strong>&gt;
</code>
  </pre>
<p>CSS não é nada mais do que cores e tipos de fontes?</p>
<p>Além de cores, tipos de fontes, etc., CSS pode ser usado para controlar a configuração e a apresentação da página (margens, flutuações, alinhamentos, larguras, alturas, etc.) Controlando os diferentes elementos com CSS você será capaz de criar layouts elegantes e precisos.</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;p <strong>style="padding:25px;border:1px solid red;"</strong>&gt;Eu amo CSS&lt;/p&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<p style="border: 1px solid red; padding: 25px;">Eu amo  CSS</p>
<p>Com a propriedade float um elemento poderá &#8220;flutuar&#8221; à esquerda ou à direita. O exemplo seguinte ilustra este princípio:</p>
<p>Exemplo 4:</p>
<pre><code>
&lt;img src="bill.jpg" alt="Bill Gates" <strong>style= "float:left;"</strong> /&gt;
 
&lt;p&gt;Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, 
	sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore
	magna aliquam erat volutpat. Ut wisi enim ad minim veniam, 
	quis nostrud exerci tation ullamcorper suscipit 
	lobortis nisl ut aliquip ex ea commodo consequat...&lt;/p&gt;
</code>
  </pre>
<pre><code>
&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/turbosite_logo.png" alt="TURBOSITE" <strong>style= "float:left;"</strong> /&gt;
 
&lt;p&gt;Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, 
	sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore
	magna aliquam erat volutpat. Ut wisi enim ad minim veniam, 
	quis nostrud exerci tation ullamcorper suscipit 
	lobortis nisl ut aliquip ex ea commodo consequat...&lt;/p&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat. Ut wisi enim ad minim veniam, quis nostrud exerci tation ullamcorper suscipit lobortis nisl ut aliquip ex ea commodo consequat&#8230;</p>
<p>No exemplo mostrado, um elemento (a imagem) flutua à esquerda e o outro elemento (o texto) preenche o espaço deixado à direita.</p>
<p>Com a propriedade position, você pode posicionar um elemento em qualquer lugar da página, com precisão:</p>
<p>Exemplo 5:</p>
<pre>&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/turbosite_logo.png" alt="TURBOSITE" <strong>style="position:absolute;bottom:50px;right:10px;"</strong> /&gt;
  </pre>
<p>No exemplo mostrado a imagem foi posicionada a 50 pixels da borda inferior e a 10 pixels da borda direita do navegador. Você pode colocar em qualquer lugar na página. Tente você mesmo. Fácil e legal, eh?</p>
<p>Legal sim. Mas, fácil?</p>
<p>Você não aprende CSS em 10 minutos. E como foi dito acima, nesta parte você teve apenas uma breve introdução às CSS.  </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 10</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1977</guid>

					<description><![CDATA[Mais tabelas
O título "Mais tabelas" pode sugerir uma lição enfadonha. Mas, veja as coisas pelo lado positivo, depois que você se tornar um mestre em tabelas nada mais do HTML poderá desafiá-lo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais tabelas</p>
<p>O título &#8220;Mais tabelas&#8221; pode sugerir uma lição enfadonha. Mas, veja as coisas pelo lado positivo, depois que você se tornar um mestre em tabelas nada mais do HTML poderá desafiá-lo.</p>
<p>O que mais existe?</p>
<p>Os dois atributos colspan e rowspan são usados para criar tabelas singulares.</p>
<p>Colspan é a abreviação para &#8220;column span&#8221;. Colspan é usada na tag &lt;td&gt; para indicar quantas colunas estarão contidas em uma célula.</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td colspan="3"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3">Célula 1</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 2</td>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Definindo colspan em &#8220;3&#8221;, a célula na primeira linha conterá três colunas. Se você definir colspan em &#8220;2&#8221;, a célula conterá duas colunas e assim será necessário inserir mais uma célula na primeira linha para que tenhamos na primeira linha as colunas em acordo com as da segunda linha.</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td colspan="2"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 5&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
<td>Célula 5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Que tal rowspan?</p>
<p>Como você já deve ter concluido, rowspan especifica quantas linhas estarão contidas em uma célula:</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td rowspan="3"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3">Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No exemplo acima rowspan é definido em &#8220;3&#8221; na Célula 1. Isto especifica que uma célula deve conter 3 linhas. Célula 1 e Célula 2 estão na mesma linha, enquanto Célula 3 e Célula 4 formam duas linhas independentes.</p>
<p>Confuso? Bem, isto na verdade não é descomplicado e você pode se perder. Assim, é sempre uma boa idéia, desenhar a tabela em uma folha de papel antes de começar a codificação HTML.</p>
<p>Não está confuso? Então vá em frente e crie algumas tabela com uso de colspan e rowspan. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 9</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-9/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1971</guid>

					<description><![CDATA[Tabelas Tabelas são usadas para apresentar &#8220;dados tabulares&#8221; , isto é, informação que deva ser apresentada em linhas e colunas, de forma lógica. É difícil? Criar tabelas em…]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tabelas</p>
<p>Tabelas são usadas para apresentar &#8220;dados tabulares&#8221; , isto é, informação que deva ser apresentada em linhas e colunas, de forma lógica.</p>
<p>É difícil?</p>
<p>Criar tabelas em HTML pode parecer complicado, mas se você ficar frio e acompanhar passo a passo a explicação, verá que tudo é evidente &#8211; tal como acontece com tudo no HTML.</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;table&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</table>
<p>Qual a diferença entre &lt;tr&gt; e &lt;td&gt;?</p>
<p>Como você deve ter visto no exemplo acima, este foi o código HTML mais complicado que escrevemos até agora. Vamos analisar isto por partes e explicar as diferentes tags:</p>
<p><strong>3 tags básicas são usadas para inserir tabelas:</strong></p>
<p>&lt;table&gt; começa e termina uma tabela. Evidente.<br />
&lt;tr&gt; significa &#8220;<strong>t</strong>able <strong>r</strong>ow&#8221; &#8211; linha de tabela &#8211; começa e termina e uma linha horizontal da tabela. Também evidente.<br />
&lt;td&gt; significa &#8220;<strong>t</strong>able <strong>d</strong>ata&#8221; &#8211; dados da tabela. começa e termina cada célula contida nas linhas da tabela. Tudo simples e evidente.</p>
<p>Eis o acontece no Exemplo 1: a tabela começa com &lt;table&gt;, segue-se uma &lt;tr&gt;, que indica o início de uma nova linha. Duas células são então inseridas na linha: &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt; e &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;. A linha termina com &lt;/tr&gt; e uma nova linha &lt;tr&gt; começa imediatamente a seguir. A nova linha também contém duas células. A tabela termina com &lt;/table&gt;.</p>
<p>Para esclarecer: <strong>linhas são horizontais e colunas são verticais, ambas contendo células</strong>:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Célula 1 e Célula 2 formam uma linha. Célula 1 e Célula 3 formam uma coluna.</p>
<p>No exemplo acima a tabela tem duas linhas e duas colunas. Uma tabela pode conter um número ilimitado de linhas e colunas.</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;table&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 5&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 6&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 7&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 8&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 9&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 10&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 11&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 12&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 5</td>
<td>Célula 6</td>
<td>Célula 7</td>
<td>Célula 8</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 9</td>
<td>Célula 10</td>
<td>Célula 11</td>
<td>Célula 12</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Existem atributos?</p>
<p>Claro! existem atributos. Por exemplo, o atributo border que é usado para definir a espessura de uma borda em volta da tabela:</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 2&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Célula 3&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;Célula 4&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;
</code>
  </pre>
<p>Será renderizado no navegador assim:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>Célula 1</td>
<td>Célula 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Célula 3</td>
<td>Célula 4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A espessura da borda é especificada em pixels</p>
<p>Tal como fizemos com as imagens, podemos definir width &#8211; largura &#8211; em pixels, para uma tabela &#8211; ou alternativamente em percentagem da tela:</p>
<p>Exemplo 4:</p>
<pre><code>
&lt;table border="1" width="30%"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Este exemplo renderiza no navegador uma tabela com largura igual a 30% da largura da tela. Tente você mesmo.</p>
<p>Mais atributos?</p>
<p>Existe uma grande quantidade de atributos para tabelas. A seguir mais dois:</p>
<ul>
<li>align: define o alinhamento horizontal do conteúdo da tabela, de uma linha ou de uma célula. Por exemplo, left, center ou right (à esquerda, no centro ou à direita).</li>
<li>valign: define o alinhamento vertical do conteúdo de uma célula. Por exemplo, top, middle ou bottom (em cima, no meio ou em baixo).</li>
</ul>
<p>Exemplo 5:</p>
<pre><code>
&lt;td align="right" valign="top"&gt;Célula 1&lt;/td&gt;
</code>
  </pre>
<p>O que posso inserir em tabelas?</p>
<p>Teoricamente você pode inserir qualquer coisa em uma tabela: texto, links e imagens&#8230; MAS, tabelas destinam-se a apresentar dados tabulares (isto é, dados que por sua natureza devam ser apresentados em linhas e colunas) então abstenha-se de colocar coisas dentro de tabela simplesmente porque você deseja que elas estejam próximas umas às outras.</p>
<p>Nos primórdios da Internet &#8211; isto é, há poucos anos atrás &#8211; tabelas eram usadas como ferramenta para construir layout. Se você quer controlar a apresentação de textos e imagens, existe uma maneira bem mais racional (dica:CSS). Adiante veremos isto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HTML &#8211; PARTE 8</title>
		<link>https://www.turbosite.com.br/blog/html-parte-8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[turboajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 20:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer sites]]></category>
		<category><![CDATA[construcao de sites]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.turbosite.com.br/?p=1965</guid>

					<description><![CDATA[Imagens
O que você acha de poder adicionar uma imagem do Tim Bernes-Lee o inventor do HTML no centro da sua página?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens</p>
<p>O que você acha de poder adicionar uma imagem do Tim Bernes-Lee o inventor do HTML no centro da sua página?</p>
<p>Ops, isto soa como um desafio&#8230;</p>
<p>Talvez, mas é muito fácil de fazer. Tudo o que você precisa é da nossa já conhecida tag:</p>
<p>Exemplo 1:</p>
<pre><code>
&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/banner_int_turbo.jpg" alt="TURBOSITE" /&gt;
</code></pre>
<p>O que você tem a fazer é dizer ao navegador que quer inserir uma imagem (img) e depois informar onde a imagem esta localizada (src, abreviatura para &#8220;source&#8221; &#8211; local de armazenagem ).</p>
<p>Notar que a tag imagem é do tipo comando isolado, isto é, uma só tag de abertuta e fechamento. Semelhante a tag <br /> que não precisa de um texto inserido nela.</p>
<p>&#8220;tim.jpg&#8221; é o nome do arquivo da imagem que você quer inserir na página. &#8220;.jpg&#8221; é a extensão do tipo de imagem. Tal como a extensão &#8220;.htm&#8221; para arquivos de documentos HTML, &#8220;.jpg&#8221; informa ao navegador que o arquivo é uma imagem. São três os tipos de imagens que você pode inserir na sua página:</p>
<ul>
<li>GIF (Graphics Interchange Format) </li>
<li>JPG / JPEG (Joint Photographic Experts Group) </li>
<li>PNG (Portable Network Graphics) </li>
</ul>
<p><strong>Em geral imagens GIF são melhores para gráficos e desenhos e imagens JPEG são melhores para fotografia.</strong> Existem duas razões para isto: primeiro, imagens GIF são constituidas por 256 cores, e imagens JPEG por milhões de cores, segundo, imagens GIF são melhores otimizadas para imagens simples ao passo que imagens JPEG são melhores otimizadas para imagens complexas. Quanto melhor a compressão tanto menor o tamanho do arquivo e tanto mais rápido a página é carregada no navegador. Como você deve saber por experiência própria, páginas desnecessariamente &#8220;pesadas&#8221; para carregar são frustantes para o usuário.</p>
<p>Tradicionalmente os formatos GIF e JPEG tem sido os mais empregados, mas ultimamente o formato PNG tem se tornado cada vez mais popular (notadamente em detrimento do formato GIF). <strong>O formato PNG é em vários aspectos melhor que os formatos JPEG e GIF: milhões de cores e efetiva compressão.</strong></p>
<p>Onde consigo minhas imagens?</p>
<p>Para criar suas próprias imagens você precisa de um programa de edição de imagens. <strong>Um programa de edição de imagens é a ferramenta essencial para criação de websites com grande impacto visual.</strong></p>
<p>Lamentavelmente, nenhum editor de imagem vem instalado com o Windows ou qualquer outro sistema operacional. Assim, você deve considerar a aquisição do Paint Shop Pro, do PhotoShop ou do Macromedia Fireworks, que são os três melhores editores de imagens atualmente existentes no mercado.</p>
<p>Contudo, como já dissemos, não há necessidade de comprar um programa caro para acompanhar este tutorial. Por enquanto, você poderá fazer o download de um exelente editor de imagens chamado Irfan View que é freeware, isto é, não custa nada.</p>
<p>Ou você pode fazer download de imagens existentes na web. Mas, por favor, se optar por fazer o download de imagens da Internet, cuidado para não violar direitos autorais de terceiros. A seguir mostro como fazer o download de uma imagem existente na Internet:</p>
<ol>
<li>Clique com o botão direito do mouse na imagem da Internet.</li>
<li>No menu que aparece escolha a opção &#8220;Salvar imagem como&#8230;&#8221;.</li>
<li>Na janela que se abre, escolha o lugar no seu computador para salvar e clique &#8220;Salvar&#8221;.</li>
</ol>
<p>Você sempre terá que usar o atributo src, que diz ao navegador onde a imagem está localizada. Além dele existem alguns outros atributos que podem ser bastante úteis quando você insere imagens em uma página.</p>
<p>O atributo alt é usado para fornecer uma descrição textual alternativa da imagem caso por alguma razão a imagem não seja renderizada para o usuário. Isto é particularmente importante para usuários com restrições visuais ou quando a imagem é carregada muito lentamente. Em conseqüência, sempre use o atributo alt:</p>
<p>Exemplo 2:</p>
<pre><code>
&lt;img src="https://www.turbosite.com.br/mkt/tutorial/html/banner_int_turbo.jpg" alt="TURBOSITE"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Alguns navegadores mostram uma caixa pop-up com o conteúdo do atributo alt quando o usuário passa o mouse sobre a imagem. Tenha em mente que a finalidade principal do atributo alt é a de fornecer uma alternativa textual para imagem. O atributo alt não deve ser usado para criar mensagens pop-up uma vez que os leitores de tela passarão uma mensagem que não descreve a imagem para os usuários com restrições visuais.</p>
<p>O atributo title pode ser usado para fornecer uma curta descrição da imagem:</p>
<p>Exemplo 3:</p>
<pre><code>
&lt;img src="banner_int_turbo.jpg" title="TURBOSITE"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Os atributos width e height podem ser usados para definir respectivamente, a largura e a altura da imagem. O valor adotado para medidas é o pixel. Pixel é a unidade de medida usada para medir a resolução da tela. (As resoluções de tela mais comuns são de 800&#215;600 e 1024&#215;768 pixels). Ao contrário de centímetros, pixel é uma inidade de medida relativa que depende da resolução da tela. Usuários com grande resolução de tela terão 25 pixels em 1 centímetro de tela enquanto aqueles com baixa resolução de tela terão os mesmos 25 pixels em 1,5 cm de tela.</p>
<p>Se não forem definidos os valores para width eheight, a imagem será inserida com seu tamanho real. Com width e height você pode alterar o tamanho da imagem:</p>
<p>Exemplo 4:</p>
<pre><code>
&lt;img src="logo.gif" width="672" height="50"&gt;
</code>
  </pre>
<p>Contudo, o tempo de descarga da imagem será sempre aquele requerido como se ela tivesse suas dimensões reais, mesmo que você diminua seu tamanho com uso destes atributos. Assim, <strong>você não deve diminuir o tamanho das imagens com o uso dos atributos width e height</strong>. Se você precisa diminuir a imagem diminua suas dimensões reais em um editor de imagem para tornar suas páginas mais leves e mais rápidas.</p>
<p>Dito isto, acrescentamos que é sempre uma boa idéia definir os atributos width e height para imagens, pois assim fazendo o navegador reservará o espaço para descarga da imagem previamente. Isto acaba por permitir ao navegador, saber com antecedência (antes de descarregar as imagens) como será o layout da página.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
